21/06/2011

Capítulo II

Capítulo II

Capitão João José da Fontoura Palmeiro e sua descendência



O capitão João José da Fontoura Palmeiro * em Santo Antonio da Patrulha entre 1804 e 1807 (entre os irmãos Maria Herculana e Luiz José), + depois de novembro de 1854

O site abaixo diz ter ele nascido em 1804:

Como de seu pai, também sobre ele só temos dados biográficos reduzidos.As vezes pai e filho são confundidos por causa do nome.Pode ser que novas pesquisas possam fornecer mais elementos sobre a vida de ambos. Foi o primeiro presidente da Câmara Municipal de São Borja, na sua elevação à Vila em 1834, e é um dos Patronos Históricos Comunais de São Borja. Foi capitão da Guarda Nacional. Mas qual era a sua profissão realmente? Fazendeiro?

Cláudio Orandi Rodrigues, em “São Borja e sua História”, menciona a eleição de João José da Fontoura Palmeiro como presidente da Câmara Municipal de São Borja: “Por resolução do Governador da Província, Dr. Manuel Antônio Galvão, datada de 11 de março de 1833, São Borja foi desmembrada do Município de Rio Pardo. A 4 de abril de 1834 era juramentado na Câmara Municipal daquela Vila o vereador eleito presidente da Câmara Municipal de São Borja, João José da Fontoura Palmeiro e, a 21 de maio desse ano, instalada a Vila em Termo Municipal” (p. 87) (o autor transcreve a seguir a Ata de Instalação e Posse). Para fazer frente às despesas da Câmara, os Vereadores se cotizaram e fizeram um empréstimo, entregando ao Sr. Procurador que lhes deu um recibo sem prazo e sem juros. Foi nomeada comissão para formalizar as posturas urbanas (...). Foi abolido o Tronco que existia na prisão civil e nomeado mais um fiscal (....) Solicitaram ao Tenente Francisco de Assis Chagas um plano para o arruamento da Vila, e ao Governo da Provincia uma aula de primeiras letras e a formação de um novo cemitério fora do templo (...). Esta Câmara continuou seus trabalhos até 22/07/1836, suspendendo suas atividades em virtude da Guerra Farroupilha. Reabriu suas atividades em 2 de maio de 1838, já sob a égide da República Rio-Grandense”(pp.87-89).

A primeira Câmara de Vereadores de São Borja era composta dos cidadãos João José da Fontoura Palmeiro, presidente, Francisco Borges do Canto, Luis Antonio de Azevedo, Manuel dos Santos Loureiro, Manuel José da Silva Pereira, Fabiano Pires de Almeida e Antonio Caetano de Araújo.

Transcrevemos abaixo um curioso documento (do Livro de Registro de Imóveis) , referente aos bens de seus filhos. Agradecemos a transcrição feita do texto original, de leitura impossível para os não especialistas, pelo dr. Attila A. Cruz Machado, do Colégio Brasileiro de Genealogia:

“Por João Jose da Fontoura Palmeiro, como Tutor de //
seus filhos João e Amâncio, me foi dada a desi- //
gnação das seguintes terras que possuem seus //
pupillos pela forma seguinte. Uma Sisma- //
ria de Campo situada no Districto d´esta Fre- //
guezia no lugar denominado Jacuhy, constan- //
do mais ou menos uma legoa de frente, trez //
de fundo, com as seguintes confrontações. Pelo//
Sul com o arroio Jacuhy, dividindo Campo //
De DAnna de Quadros e seus herdeiros, e //
Evaristo de Mattos, pelo Norte com o Capi- //
tão Manoel Pereira de Escobar, Saturnino //
Aquino, Lourenço Roiz [Rodrigues] e os herdeiros do fi- //
nado Tenente Manoel Ribº [Ribeiro] sendo pela Co- //
xilha geral, estrada velha,  pelo Oeste com //
o mesmo Escobar por um arroio que sai da //
Coxilha geral, e tem a sua foz no Jacuhy //
pelo Leste com o dito Jacuhy, uma aça- //
nhada [algo do tamanho inferior ao habitual], e uma vertente que sai da
                                                                                                  Coxi- //
lha e estrada geral, dividindo Campços de //
Ignácio Antonio, e o Ajudante Antonio //
Teixeira, cuja Sesmaria de Campo foi conce- //
dida ao finado Floriano Maxado Fagundes //
a trinta de Outubro de mil oito centos e vinte, //
em Campos já possuídos pelo Tenente Coro- //
nel João Antonio da Silveira, cuja posse //
foi vendida ao referido Sesmeiro no an- //
no de mil oito centos e douze, e obteve a car- //
ta de Sesmaria no referido anno de mil //
oito centos e vinte. Desde seu ante possui- //
dor sempre foi occupada e cultivada com //
[verso]
habitação permanente, tendo n´elles estabel- //
cimentos, digo estabelecido o dito Sesmeiro ú- //
ma fazenda de criar com cazas e bem fei- //
tórias, rezedindo sempre n´ella. Falleceo o //
dito Sesmeiro no anno de mil oito centos, e qua- //
renta e oito, e sua molher no anno de mil //
oito centos de quarente e nove. Nas parttilhas //
que se fez de seus, que se achão julgados //
por Sentença, tocou a referida Sesmaria de //
Campo com suas bem feitorias aos actuaes pos- //
suidores netos e herdeiros do dito Sesmeiro, //
porem a referida Sesmaria não fi medi- //
da, nem demarcada, e nem confirmada. //
Fregª [Freguezia] de Itaqui 6 de Novembro de 1894 = //
Está conforme ao seu original, que fica registrado //
A fl. 1ª do Livro de registro, e ...[?] e nume- //
rado sob o nº 1 Itaqui 12 de Novembro de //
1854. //
o Parocho Joze Coriolano de Souza Passos.”

Sobre a herança de Floriano Machado Fagundes trataremos ainda abaixo.

X em São Borja a 12 de maio de 1836 (Livro de casamentos da paróquia de S. Borja 1-2, fl.64) com Maria Leopoldina da Encarnação
* São Borja ..., + 1848, filha de Floriano Machado Fagundes e de Feliciana Joaquina da Encarnação.

Filhos:

1. João Machado Palmeiro
*em Itaqui onde + com 22 anos.
Foi dono da fazenda Taquarembó. Esteve na França e na Suíça, na companhia de um escravo,  em busca de recursos médicos. Na França foi pintado um quadro, representando-o. Integrou, como vereador, o primeiro governo municipal de Itaqui (1859). Lembremos que a lei provincial nº 419, de 6 de dezembro de 1858, criou a vila de São Patrício de Itaqui. Tal lei foi efetivada a 30 de março de 1859.

2. Amâncio Machado Palmeiro (cf. abaixo)

______

NOTAS
______
        

Floriano Machado Fagundes


Maria Leopoldina da Encarnação era filha de Floriano Machado Fagundes, * em São José dos Pinhais, Paraná, (a 8 de maio de 1777) +  assassinado em sua Estância (sede da sesmaria) do Jacuí (distrito da Cruz, então município de São Borja, hoje Itaqui)  em abril de 1848.

Foi homem muito rico, teve morte trágica, inclusive com repercussão no relacionamento Brasil-Argentina, mas dele pouco se sabe. É importante para o ramo mais velho da família Palmeiro, que dele descende, tendo seu neto Amâncio Machado Palmeiro dele herdado avultada extensão de campo.

A data de seu nascimento, acima citada entre parênteses, vem de pesquisa no site dos mórmons, familysearch.org. Será confiável? Ao que parece existiram outros personagens com o mesmo nome por esta época, o que torna a identificação um pouco insegura. Teria, então, 71 anos ao ser assassinado. Quando e porque terá ido para o Rio Grande do Sul?

Tem suscitado ultimamente interesse, notadamente de alguns de seus descendentes pelo filho José Floriano Machado Fagundes (* cerca de 1809). Assim seu tetraneto, Prof. Paulo Corrêa dos Santos, historiador e genealogista itaquiense (autor de uma história de Itaqui: “Agenda 150 – Um passeio pelos carrilhões do tempo pretérito itaquiense”,Secretaria Municipal de Educação e Cultura, 2008)  tem feito valiosas pesquisas sobre seu antepassado e sua descendência, sendo autor de um estudo, que gentilmente nos forneceu. Por outro lado o trineto Newton Herculano Carneiro Pinto, de Porto Alegre, igualmente tem feito importantes pesquisas e promete um livro sobre seu antepassado. Ele mantém o blog “Carneiro Pinto & Floriano Machado Fagundes”: http://carneiropintoflorianomachadofagundes.blogspot.com/2009/06/sao-borja-e-itaqui.html. Outros genealogistas tem também tratado da ascendência de Floriano Machado Fagundes. É o caso de  Lênio Luiz Richa, presente na Internet com seu site “Genealogia Brasileira”  (cf. “Os Títulos Perdidos” – Machado Fagundes):
http://www.genealogiabrasileira.com/

Floriano Machado Fagundes é tratado por algumas fontes com o título de tenente, certamente título da Guarda Nacional.

Filho de Pedro Machado Fagundes, batizado em Curitiba, e que casou em São José dos Pinhais, Paraná, com Rosa ou Tereza Maria do Sacramento (* Congonhas ou Mariana, Paraná), esta, por sua vez, filha de Francisco Mendes Carneiro (* Ilha Terceira) e Josefa Maria da Conceição de Oliveira (* Conganhas), que foram para São José dos Pinhais; neta paterna de Nicolau Mendes e Brígida Machado; neta materna de Antônio Nunes de Siqueira e Beatriz da Costa (em Nunes Siqueiras)[ Informação de Henrique Fendrich, genealogista de Curitiba, consultando os maços populacionais de São José dos Pinhais e o Batch Number C683341: in Lenio Luiz Richa. Este informa que a filiação de Pedro Machado Fagundes pode ser confirmada também no livro de “Auxiliares da Companhia de Infantaria”, de São José dos Pinhais, de 1776, onde ele está, como “filho de João Machado Fagundes”].

Floriano Machado Fagundes era neto paterno de Antonio Machado Fagundes (* Santo Amaro, SP, + em julho de 1750) e de sua primeira esposa, com quem casou em 1739 em Curitiba, Antonia Cardoso de Pazes (+ 1749), filha de Frutuoso de Leão e Antonia do Prado de Siqueira. [Sempre informação do trabalho de Lenio Luiz Richa. São dele também os nomes dos bisavós e trisavôs].

Bisneto de Antonio Machão de Oliveira, paulista, dos primeiros descobridores de ouro em Cuiabá, em cujas minas faleceu em 1724, e de sua esposa (casamento em 1710 em Santo Amaro), Ana Maria de Siqueira, filha do capitão Roque Furtado Simões e sua segunda mulher, Maria Álvares de Siqueira (em Furtados) (DB.274, SL. 7.136 e 8.478/9).

Trineto de Agostinho Machado Fagundes, batizado em 1642 em Santa Luzia, Ilha de São Miguel (+ 1718) e de sua primeira esposa (casamento em SP por volta de 1670), Genebra Leitão de Vasconcelos, batizada em 1649 em São Paulo (+ 1691 em Mogi das Cruzes), filha de Domingos de Oliveira Leitão e Ana da Cunha (em Oliveiras Leitões) (AS.2.158, 3.200, 10.219, BGB.10.9, 51, DB.274, SL.7.126).

Tataraneto de João Machado Fagundes, nascido em Santa Bárbara das Nove Ribeiras, bispado de Angra, senhor do Morgado da Praia, na Ilha Terceira, e de Maria de Cárdenas (Cardines, em Taques e SL) ou de Souza Preto, nascida na Ilha Terceira.

Quinto neto do capitão Antão Martins Fagundes (este do Cap. Antonio Martins Fagundes e Bárbara Dias Vieira Machado) e Catarina Martins, neta materna de Manoel Rodrigues Preto e Luiza de Castro.

Foi-lhe doada, a  seu pedido, a 21 de janeiro de 1809, a sesmaria  do Jacuí (uma legua de largo e três de comprido: 27.3888.531 braças, o que equivale   a três leguas?), no que é hoje o município de Itaqui, doação esta  confirmada em 26 de outubro de 1820, tendo por base a  carta régia de 20 de janeiro de 1699. Tal terra foi registrada em Rio Pardo, a 21 de dezembro de 1820.

Notícia desta doação consta da obra de Hemeterio José Velloso da Silveira, natural de Pernambuco , ex-magistrado e advogado na cidade de Porto Alegre, “As Missões Orientais e seus antigos domínios” (Porto Alegre, Typographia da Livraria Universal de Carlos Echenique, 1909), um pouco obra histórica, um pouco reportagem (recordações de viagens).Falando sobre São Borja, nota qe “logo depois da conquista foram seus primeiros povoadores, por concessão do comandante geral das Missões, os seguintes: José Borges do Canto e seus treze companheiros da conquista”,de vários deles dando o nome a seguir. E prossegue: “Além desses e afastados da margem do Uruguai, também obtiveram campos Floriano Machado Fagundes (uma sesmaria entre o arroio Taquarembó e rio Cambaçoa)”, prosseguindo numa longa lista (p. 310). E conclui com uma observação interessante: “As grandes estâncias, que aí se formaram, cada um de per si bastante para constituir uma fortuna real e sólida, já estavam muito divididas, calculando em 1855, época de nossa primeira viagem, que o Rincão de Cambacoá não teria então menos de oitenta estabelecimentos de crear, desde o de mais de três legoas quadradas até a de uma legoa. Hoje (1909) esses estabelecimentos avultam em mais do triplo, já não havendo uma só fazenda com a extensão de uma sesmaria” (p. 311).

X em 1805? em São Borja (Rio Pardo, diz Richa) com Feliciana Joaquina da Encarnação (Feliciana Machado) * Rio Pardo, c. 1800 [Nasceu em Rio Pardo por volta de 1800: informação do genealogista Diego de Leão  Pufal. Mas aí ela não poderia ter casado em 1805, como dissemos acima, baseados em Lênio Luiz Richa][outras fontes, diz o Prof. Paulo Corrêa dos Santos, dizem ter nascido em Florianópolis, antiga Desterro, Santa Catarina – fonte: Mitologos] filha do capitão Manoel José Machado (* Rio Grande, + Rio de Janeiro a 9 de julho de 1803) e de Maria Antonia da Encarnação (* Rio Pardo). Era neta paterna de Thomé Machado Ourique (* cerca de 1710, Freguesia de São Pedro dos Biscoitos, Ilha Terceira, Açores, o qual veio para Desterro, Santa Catarina, onde foi um dos primeiros vereadores) e de Maria de Jesus (* cerca de 1715 na mesma freguesia do marido); neta materna de Manoel Francisco da Silveira (* Freguesia de São Mateus, Ilha Terceira) e de Isabel Francisca de São Francisco (* Freguesia de Nossa Senhora da Ajuda de Padre Miguel, Ilha do Faial). Era bisneta, respectivamente, de Manuel Fernandes Ourique e de Francisca da Conceição; de João Gonçalves Godinho e de Maria Nunes; de João da Silveira de Quadros e de Maria de Ávila, as vezes, da Piedade; e de Antônio da Rosa e Águeda de Santo Antonio[ Informações todas do genealogista Diego de Leão Pufal]

Paulo Corrêa dos Santos, que vimos citando, num trabalho inédito que nos forneceu, levanta a hipótese de que Floriano Machado Fagundes tenha sido oficial de algum regimento de São José dos Pinhais, migrando para o Rio Grande do Sul a serviço, aqui recebendo do governo português a concessão de terras. Transcreve, a propósito, um registro:

NOME DOS CONCESSIONÁRIOS: Floriano Machado Fagundes
EXTENSÃO DE FRENTE LEGUAS: 1
EXTENSÃO DE FUNDOS LEGUAS: 3
CONFRONTAÇÕES: Campos na fronteira de Rio Pardo, além do rio Ibicuhy, que confrontam: ao Norte com terras de Antonio Pereira Escovar, ao Sul com as de Antonio Castanhos, a Leste com as do mesmo Castanhos e as de Manoel Ribeiro, a Oeste com o sesmeiro Manoel Peres. Esses campos principiam na forqueta, sua foz do arroio Jacuhy e arroio que separa os campos dos concessionários, os do referido Escovar e o banhado, onde principiam, até a vertente do arroio Itu, que segue para a Guarda da Cruz.

POR QUEM CONCEDIDAS: Manoel Marques de Souza, Joaquim Bernardino de Senna Ribeiro da Costa e Antonio José Rodrigues Ferreira. (Governo interino)
ANO: 1820

Sobre o episódio dramático em que morreu Floriano Machado Fagundes, temos o relato na obra de Raul Pont, Campos Realengos- Formação da fronteira sudoeste do Rio Grande do Sul (Editora Renascença, 2 vols.1983; uma 2ª edição foi publicada em 1986 pela Editora Edijal):

“Também no distrito de São Borja os castelhanos haviam atacado outra estância, assassinado o brasileiro Floriano Machado. O indiciado era um alferes correntino chamado Corazon de Jesus Cáceres, acompanhado de três soldados, cujo crime à época constituía uma história típica das bandas fronteiriças: os quatro se tinham conchavado em abril de 1848 na estância de Machado, como peões, ganhando oito pesos mensais. Certo dia as lidas campeiras foram interrompidas por se haverem os mesmos revoltado. Resolveram exigir do patrão os valores do ajuste do conchavo, pois resolveram voltar à Argentina. Foi difícil o acerto, o que levou a Fagundes, irritado, dizer-lhes que nada lhes devia, que poderiam sair quando quizessem mas que deixariam a tropilha de vinte de dois cavalos mansos e mais a égua-madrinha, que pertenciam aos quatro.

Sentindo-se injustiçados, os correntinos insultaram e ameaçaram a Fagundes e muito irritados se retiraram ao campo a fim de recolherem sua tropilha de cavalos. Quando mudavam e encilhavam seus cavalos, preparando-os para viajarem, retornou Fagundes, acompanhado de dois escravos armados com armas de fogo e acometeram contra os peões. Travou-se então uma luta corporal do que resultou a morte de Fagundes e um dos escravos. Quando isto sucedia apareceu no local da peleia a esposa de Fagundes com uma pistola carregada, vindo em defesa de seu marido. Um dos correntinos de nome Donato Godói atacou-a com um profundo golpe de adaga, cortando-a em um braço. Sentindo-se ferida,, a mulher se retirou para dentro das casas...

Esse mesmo Cáceres havia meses antes havia invadido a Ilha Grande, com gente armada (RÜDIGER, Sebalt – REFUGIADOS POLITICOS DO URUGUAI/1845, Correio do Povo- Agosto/1967).” (p. 48).
Este crime criou um conflito nas relações do Brasil e a Argentina, à época, tendo o Ministério da Justiça intervido para apaziguar os ânimos (site Genealogia Brasileira – Estado de São Paulo – Os Títulos Perdidos, Machados Fagundes, por Lênio Luiz Richa
http://www.genealogiabrasileira.com/, acessado a 26.12.2010)

A familia Palmeiro não conservou as informações acima, falando-se que Floriano teria sido morto por ladrões. A família, porém, conservou um detalhe acerca de dona Feliciana Joaquina, que Raul Pont ignora. Ela agarrou-se a uma imagem que possuía de Nossa Senhora. Os bandidos tentaram matá-la com um golpe de adaga ou facão, mas a cutilada não a atingiu, mas sim a mão direita da Santa, que ficou decepada. Os bandidos assustaram-se com isso e fugiram, de forma que dona Feliciana salvou a vida.

A preciosa imagem de madeira de Nossa Senhora (58 cm de altura, mais a base com três anjinhos de 13 cm) tem passado sempre para as mulheres da família. De d. Feliciana passou paa d. Luiza Lara Palmeiro, esposa de Amâncio Machado Palmeiro, neto de Floriano e herdeiro da Sesmaria do Jacuí. Depois coube à sua filha mais moça, Circe Lara Palmeiro. Morrendo solteira, a imagem passou para sua irmã, Cynira Palmeiro Cavalcanti. A nora desta última, Zilda Souza Cavalcanti, viúva de Fernando Palmeiro Cavalcanti, foi a nova herdeira. Enfim, com seu falecimento, a preciosa imagem passou para sua filha, Luiza Maria Cavalcanti Eichenberg, que é portanto a atual proprietária (ver foto adiante).

Relata no seu trabalho inédito o Prof. Paulo Corrêa dos Santos que o testamento de Floriano foi aberto em 1849, sendo seus herdeiros os netos João Machado Palmeiro e Amâncio Machado Palmeiro (que estava com 11 anos), filhos de Maria Leopoldina da Encarnação, e José Floriano Machado Fagundes (* c. 1839, + 1895) e Ismael Floriano Machado Fagundes (1841-1921), filhos de José Floriano Machado Fagundes (* c. 1809), também eles, portanto, ainda meninos. Também o citado filho José herda do pai.

Pela leitura do testamento podemos constatar que esse patriarca tinha algumas posses consideráveis. Havia muitos objetos pessoais em prata, acessórios de montaria, tudo em prata maciça, cuias, bombas, jóias em ouro, móveis. Além disso Floriano deixa mais de 5 mil reses, mais de mil e quinhentos eqüinos e muares, vinte escravos. Os bens em terras eram relevantes: 4 leguas de campos, uma estância denominada Salto, no Passo de La Cruz, mais uma légua da mesma estância com três lagoas, estância Cambai, morada na estância do Salto. O inventário foi aberto por seu filho José Floriano, na época o único vivo, pois Maria Leopoldina já era falecida e do terceiro filho, Manuel Machado Fagundes (batizado em 12 de fevereiro de 1807) não há nenhuma notícia, tendo possivelmente já falecido.

Publicamos aqui a relação dos bens deixados por Floriano Machado Fagundes, graças à cortezia do Prof. Paulo Corrêa dos Santos:

De: Barcelos Melo (barcelos.melo@hotmail.com)
Enviada: segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 0:48:01
Para: prof Paulo (paulo_itaqui@hotmail.com)


INVENTÁRIO ANO 1849

JOSÉ FLORIANO MACHADO FAGUNDES ( INVENTARIANTE)
___DEFUNCTOS___
FLORIANO MACHADO FAGUNDES--------------
FELICIANA JOAQUINA DA ENCARNAÇAO---------

TÍTULO DOS HERDEIROS

- JOSÉ FLORIANO MACHADO FAGUNDES- INVENTARIANTE (FILHO)
MARIA LEOPOLDINA DA ENCARNAÇÃO (FILHA) ( FALECIDA), QUE FOI CASADA COM
JOÃO JOSÉ DA FONTOURA PALMEIRA DE CUJO MATRIMÔNIO FICARAM DOIS
FILHOS QUE REPRESENTARÃO SUA MÃE.
1- JOÃO
2- AMANCIO

CERTIDÃO

DOU FÉ Á JOÃO DA FONTOURA, PAI DOS NETOS DOS FINADOS.

MÓVEIS

HUM FAQUEIRO DE PRATA COM SEISCENTOS OITENTA TREZ OITAVOS,
DÉR LUTHERES DE PRATA,
HUMA FACA CABO DE PRATA,
TREZE COLHERES DE PRATA,
HUMA FACA COM CABO E BAINHA DE PRATA COM 48 OITAVOS, AVALIADA A DUZENTOS E QUARENTA REIS,
HUMA LOTHER DE PRATA
TREZ CUIA E BOMBA DE PRATA, TODAS NA QUANTIA DE TRINTA E OITO MIL REIS,
DOIS CASTIÇAS DE PRATA, DUZENTOS E QUARENTA REIS,
TREZ TESOURAS E TRES BANDEIJAS DE PRATA
HUM COPO DE PRATA TRINTA MIL RÉIS,
HUMA CAIXA DE PRATA,
HUM PAR DE ESPORAS DE SENHORA DE PRATA,
TREZE PESSAS DE PRATA,
HUM PAR DE ESTRIBOS DE PRATA,
HUM PAR DE RÉDEAS DE PRATA,
HUM PAR DE BUÇAIS DE PRATA,
HUM CHAPIADO DE PRATA
HUM PAR DE RÉDEAS DE PRATA,
HUM FREIO DE PRATA,
HUM PEITORAL DE PRATA,
HUM RABIRBO DE PRATA,
OUTRI FREIO DE PRATA,
VÁRIAS PEÇAS DE PRATA,
HUM GARFO DE PRATA,
HUM ARGOLÃO DE PRATA,
HUM PAR DE BRIMEN D PRATA,( ILEGÍVEL)
TRES BOTAES DE PRATA(ILEGÍVEL)
HUMA ALFINETE DE PRATA,
HUMA DE ROSETAS DE PRATA,
HUMA DE .....(ILEGÍVEL)
1 ANELAÕ DE PEDRAS, 6 MIL RÉS,
1 ANEL DE OURO,4 MIL RÉIS,
1 CORRENTE,
1 CORRENTE,
2 ROSÁRIOS DE OURO,
1 ROSÁRIO DE OURO E PEDRAS,
1 COLAR DE PEDRAS E OURO,
1 PAR DE BRINCOS DE OURO E PEDRAS,
1 ALFINETE DE OURO,
2 PARES DE BOTONS DE OURO,
1 TOUCADOR DE OURO,
1 CAMA DE ARMAÇÃO,
1 CAMA DE CASAL.
2 MEZAS PEQUENAS DE SALA,
1 SOFÁ,
1 RIALEIJO DE CORDA,

- EXISTEM MAIS DADOS ILEGÍVEIS.

SEMENTES

4446 REZES CHUCRAS,
220  REZES MANSAS,
900 BOIS MANSOS,
146 CAVALOS MANSOS,
80 ÉGUAS,
1030 ÉGUAS CHUCRAS,
300 MULAS.
10 ESCRAVOS,
10 ESCRAVAS,
ALGUNS COM DENOMINAÇÃO, OUTROS NÃO.

RAIZ

4 LÉGUAS CAMPOS ESTÂNCIA DENOMINADA SALTO, NORTE PERTO COXILHA GERAL,
PASSO DE LA CRUZ.
-1 LÉGUA, ESTANCIA DO SALTO C/ 3 LAGOAS.
-3 LÉGUAS DE CAMPO NA ESTANCIA DENOMINADA ( ACHO QUE É KAMBAY), PERTO LESTE CAMPOS DE
VICENTE ALVES.
-1 MORADA DE CASA ESTANCIA DO SALTO......................

PESQUISA: SENHORA CRIS BARCELLOS/PORTO ALEGRE/RS

(Nota Paulo Corrêa dos Santos que o acima citado Ismael Floriano Machado Fagundes – primo irmão de Amâncio Machado Palmeiro -  era considerado um dos homens mais ricos do município de Itaqui, mas seus filhos dilapidaram todo o patrimônio da família. Foi o mais rico fazendeiro de Itaqui e um dos maiores do Estado na época.Chegava a ter de 17 a 20 mil cabeças de gado em mais de três grandes fazendas no interior de Itaqui. Era um dos lideres do Partido Republicano no município. Newton Herculano confirma tais informações, dizendo em correspondência a nós dirigida que o citado Ismael era o maior contribuinte o Estado do Rio Grande do Sul até sua morte, por ter sido o maior o maior estancieiro em terras e criador e também de várias culturas).

(Clique para ampliar)



CRONOLOGIA

 
Rio Pardo, às margens do rio Jacuí, é um dos quatro municípios mais antigos do Rio Grande do Sul e de grande importância histórica. Nos séculos XVII e  XVIII, compreendia quase 157 mil quilômetros quadrados, mais da metade do território sul-rio-grandense. O município de Rio Pardo deu origem a mais de 200 outros, entre os quais São Borja e Itaqui.

1682 – Fundação de São Borja pelo Padre Francisco Garcia de Prada, jesuíta. Foi o primeiro dos chamados Sete Povos na segunda fase das Missões Orientais do Uruguai.

1687 – São Borja passa a ter livros próprios de assentamentos, deixando de ser considerada apenas um posto avançado da Redução de Santo Tomé.

13 de janeiro de 1750 – Tratado e Madri entre Portugal e Espanha. As reduções e suas estâncias passam a  ser administradas por Buenos Aires.

1756 – Derrotado o chamado império teocrático jesuítico pelas forças coligadas de Portugal e  Espanha na Guerra Guaranítica.

2 de agosto de 1801 – O território das reduções passa ao domínio de Portugal, conquista atribuída a José Borges do Canto, soldado desertor do Regimento de Dragões de Rio Pardo. Ele tem o apoio e participação de estancieiros da região, soldados e campeiros portugueses.
           
Mesmo 1801 – Chega ao Brasil João José Palmeiro (27 anos). Passa da Marinha (2º tenente) ao Exército (será Capitão dos Dragões).

1802 – Casa João José Palmeiro na Povoação do Norte com Maria Josefa da Fontoura.

Idem – Tem inicio o processo de concessões de sesmarias em Itaqui.

1803 - Nasce no Rio Grande de São Pedro Maria Herculana da Fontoura Palmeiro, filha mais velha de João José Palmeiro.

Entre 1804 e 1805 – Nasce em Santo Antonio da Patrulha João José da Fontoura Palmeiro. Seguem-se os nascimentos de outros filhos, até José Maria a 22 de abril de 1821.

1807 – Criada a Capitania de São Pedro.

7 de outubro de 1809 – Os Sete Povos das Missões incorporados ao
Termo de Rio Pardo por Provisão Provincial. Por decreto real de D. João VI, Rio Pardo é elevada à categoria de cidade.

Mesmo 1809 – Floriano Machado Fagundes recebe em doação a Sesmaria do Jacuí.

1812 – Correspondência de Dom Diogo de Souza, por ocasião da invasão de José Artigas, com o então sargento mor João José Palmeiro, que comandava um Destacamento do Regimento de Dragões de Rio Pardo no Registro de Santa Vitória, sito à margem esquerda do Rio Pelotas, entre Vacaria e Lajes, pedindo que fizesse marchar os Milicianos das duas Companhias de Cima da Serra e Vacaria para a Fronteira, onde eram sumamente precisos.

8 de maio de 1816 – São Borja elevada à categoria de Freguesia.

Setembro de 1816 – Andresito Artigas(Andrés Guazurary) um renegado índio guarani missioneiro, cruza o rio Uruguai e invade no mês de setembro o Brasil, por Itaqui, num plano de reanexação dessa região aos espanhóis. É repelido. A guerra entre luso-brasileiros e espanhóis dura até 1819, quando Andresito é aprisionado e mandado para a prisão na ilha das Cobras, no Rio de Janeiro.


3 de dezembro de 1819 – São Borja passa a ser sede de Comarca Eclesiástica

1820 – Confirmada a doação da Sesmaria de Floriano Machado Fagundes.

Janeiro de 1822 – João José Palmeiro está em São Paulo e cede gratuitamente 50 muares à Junta de Governo de São Paulo para carregares nestes animais a bagagem das tropas que vão reforçar a guarnição do Rio de Janeiro, a pedido do Príncipe Regente Dom Pedro de Alcântara.

6 de outubro de 1822 – João José Palmeiro chega a Porto Alegre com a notícia oficial da Independência a 7 de setembro e instruções para a aclamação do Imperador. É carregado na rua pelo povo, junto com um sobrinho de Francisco Xavier Fernandes, que tinha chegado dia 4 com uma primeira informação.

1823-1826 – João José Palmeiro Comandante das Missões (seria já coronel?), com sede em São Borja desde 1823.

1825 – João José Palmeiro recebe em São Borja uma colônia de alemães, de acordo com o governador da Província, Fernando Pinheiro. A experiência vai fracassar.

1828 – João José Palmeiro é comandante do 24º Corpo de Milícias, quando da invasão de Frutuoso Rivera, caudilho uruguaio. Este Corpo de Milícias é constituído por indios guaranis. Não tendo condições de resistir, vai para Cruz Alta. Os índios seguem Frutuoso Rivera, abandonando o território brasileiro, com o despovoamento completo dos Sete Povos. Daí ser esta um pouco a última página das Missões. A invasão começa em abril e vai até janeiro de 1829.

1830 – Morre em Porto Alegre o coronel João José Palmeiro (56 anos).

17 de março de 1831 - Morre em Porto Alegre Maria Herculana, com 28 anos, filha mais velha do coronel João José, a qual tinha casado com o argentino don Leandro Artayeta

11 de março de 1833 – Por Resolução Imperial São Borja passa a ser Vila (no período imperial a categoria de vila era equivalente a de  município atualmente). As funções legislativas eram de competência da Câmara dos Vereadores, cujo presidente, eleito anualmente, exercia ao mesmo tempo o poder executivo.

11 de abril? do mesmo ano – Por Resolução do Governador da Província, Manuel Antonio Galvão, São Borja desmembrado do município de Rio Pardo.

Id. – Através de eleições regulares São Borja elege sua primeira Câmara Municipal.

4 de abril de 1834 – João José da Fontoura Palmeiro é eleito primeiro presidente da Câmara Municipal de São Borja, exercendo o cargo até 1836.

21 de maio de 1834 – Assinado o Termo Municipal de Instalação de São Borja.

20 de setembro de 1835 – 1º março de 1845 – Revolução Farroupilha.

1836 – Maria Josefa da Fontoura Palmeiro por ocasião da Revolução Farroupilha sofre constrangimentos por seu apoio (e de suas filhas) ao movimento.

ainda em 1836     – Casa em São Borja João José da Fontoura Palmeiro com Maria Leopoldina da Encarnação, filha de Floriano Machado Fagundes.

23 de dezembro de 1837 – Lei provincial eleva Itaqui à condição de freguesia (era primitivamente, depois da conquista das Missões, uma guarda militar).

1838 – Maria Josefa da Fontoura Palmeiro é obrigada a deixar Porto Alegre, tendo em vista seu apoio à Revolução Farroupilha.

Id.    – Nasce em Itaqui Amâncio Machado Palmeiro  (seu irmão mais velho, João, tinha também ali nascido).

1846 – São Borja passa à Freguesia.

1847 – Nasce em Porto Alegre Luiza Lara Palmeiro, filha do major Luiz José da Fontoura Palmeiro.

1848 – Morre assassinado em sua estância em Itaqui Floriano Machado Fagundes.

Id.     – Morre Maria Leopoldina da Encarnação, esposa de João José da Fontoura Palmeiro.

1849 – Morre a viúva de Floriano Machado Fagundes, Feliciana Joaquina da Encarnação.

1850 – São Borja passa à sede de Comarca.

1850 – Correspondência diplomática tratando do assassinato de Floriano Machado Fagundes.

Id.     – Amâncio Machado Palmeiro (com 12 anos) é investido da propriedade da Sesmaria de seu avô materno, que lhe coube por testamento.

1854 – João José da Fontoura Palmeiro, como tutor, designa as terras herdadas por seus filhos.

6 de dezembro de 1858 – Criada a vila de São Patrício de Itaqui (a lei será efetivada a 30 de março de 1859) e como tal separada do município de São Borja.

1859 – João Machado Palmeiro integra o primeiro governo municipal de Itaqui.

1864 – Registrada em Itaqui (após ter ficado independente de Rio Pardo) a sesmaria de Amâncio, recebida do avô, Floriano (26 anos).

Junho de 1865 – Invasão paraguaia de São Borja. Vai até setembro (retomada de Uruguaiana).

26 e 27 de setembro de 1865 – D. Pedro II em Itaqui e São Borja (por ocasião da retomada de Uruguaiana).

Id. – Nasce Geraldo, filho natural de Amâncio Machado Palmeiro.

1866 – Itaqui recebe uma flotilha da Marinha de Guerra (Flotilha doAlto Uruguai), que vai incrementar o progresso da cidade.

1867 – Saldanha da Gama casa com uma itaquiense

1868 –Amâncio Machado Palmeiro casa em Porto Alegre com sua prima irmã Luiza Lara Palmeiro.

1870 – Nasce Pedro, filho mais velho de Amâncio e Luiza. Seguem outros nascimentos.

1872/1874 – Comandante da Flotilha em Itaqui o capitão-tenente Estanislau Prezewodowski – famoso incidendente com Alvear.

3 de maio de 1879 – Lei provincial eleva Itaqui à condição de cidade.

1882 – Construído o paço municipal de Itaqui.

1883 – Amâncio Machado Palmeiro vereador em Itaqui – 15º governo municipal, que vai libertar os escravos do município.

1886 – Construído o Teatro Prezewodowski, motivo para desenvolvimento cultural de Itaqui.

1887 – São Borja recebe o título honorífico de cidade. A população urbana era de 3.360 pessoas.

1889 – Com a proclamação da República começa a dominar a vida política em Itaqui o Partido Republicano, de Júlio de Castilhos

1893 – Revolução Federalista. Amâncio simpático aos federalistas e a Gumercindo Saraiva.

1900 – Morre no Rio de Janeiro Amâncio Machado Palmeiro (62 anos).

1906 – Dissolvida a Flotilha do Alto Uruguai, em Itaqui.

1918 – Morre em Porto Alegre Luiza Lara Palmeiro (50 anos).





A imagem de Nossa Senhora que protegeu a vida de Feliciana Joaquina da Encarnação, esposa de Floriano Machado Fagundes.Continua venerada por sua descendência.


Amâncio Machado Palmeiro


Amâncio Machado Palmeiro, filho do capitão João José da Fontoura Palmeiro, *  em Itaqui a 18 de maio de 1838 e  + no  Rio de Janeiro a 24 de junho de 1900, com 62 anos, em conseqüência de uma queda do cavalo, tendo sofrido uma fratura.

Fazendeiro. Herdou a sesmaria do Jacuí de seu avô materno, Floriano Machado Fagundes, sendo investido na propriedade em 18 de setembro de 1850, com título de conformidade de 30 de janeiro de 1854. Registro deste campo foi feito em Itaqui, após ficar independente de Rio Pardo, a 5 de dezembro de 1864.  Passou ao neto Amâncio Machado Palmeiro em 1873 (medição julgada a 5 de setembro de 1873).  Ele recebeu o título de proprietário deste campo a 22 de agosto de 1874. O registro definitivo se processou após o seu falecimento, com o julgamento do seu inventário a 25 de junho de 1914.

Árvore de mais de cem anos na frente das casas da Estância Nova, a 15 km de Maçambará. À frente da  fazenda hoje está Celso Valle Palmeiro. Foto de Evandro Escobar Lope.


 A sede da sesmaria, então, tocou para os Cavalcanti;  Santa Clara para os Pinto Dias (era morada do posteiro), Fundo Grande para Vadico, Circe, Parmênio e Carlos, a Estância Nova para Manoel. A referida Estância Nova, retalho da sesmaria do Jacuí, era também um posto de vigilância. Amâncio Machado Palmeiro em mil oitocentos e oitenta e tantos construiu ou iniciou a construir o estabelecimento, que recebeu, na ocasião, o referido nome de Estância Nova. No local do galpão fez a “casa grande”, que no pórtico conservou por muitos anos a data de 1890. Sua área total em 1983 era de 4.340Ha46a14ca89ma (l légua), sendo que Manoel Palmeiro deixou 38 quadras.  Almir Palmeiro, ainda viva sua mãe, conseguiu ampliar a Estância Nova com mais 12 quadras.

Na obra acima citada de Hemeterio José Velloso da Silveira, “As Missões Orientais e seus antigos domínios”, encontra-se uma referência a Amâncio Machado Palmeiro. O autor observa: “Os campos do município de Itaqui são todos ocupados com a criação dos gados de todas as espécies, excetuando o cabrum e o suíno, alias proveitosos. Entre os estabelecimentos de indústria pecuária, são recomendáveis as estâncias dos coronéis Euclydes Aranha, Joaquim Nunes de Souza, Balbino Marques da Silva, Amâncio Palmeiro e outros, que tem procurado melhorar as raças dos bois, cavalos e ovelhas” (p. 492).

Um detalhe que não deixa de ser interessante: Manoelito d´Ornelas  conta várias transações ocorridas em Itaqui, colhida no Arquivo Público. Refere assim que Amâncio Palmeiro escriturava (em data não mencionada) a Ismael Floriano Machado [seu primo irmão, filho de José Floriano Machado Fagundes]. Hà também a informação de que o mesmo Ismael Floriano Machado vendeu ao cel. Domingos Correia em 21 de janeiro de 1862, uma porção de campo pelo preço de dois contos de reis ] um quarto de légua de sesmaria, no 1º Distrito de Itaqui, pela importância de um conto de réis. Raul Pont, em “Campos Realengos” (p. 510) transcreve estas informações.

Teria sido vereador em Itaqui no 15º govêrno municipal (1883). Não teve atuação política, mas na Revolução de 1893 teria sido simpático aos Federalistas. Há uma tradição familiar de que Gomercindo Saraiva teria morrido (a 10 de agosto de 1894) num cavalo branco que lhe foi mandado por Amâncio. Jesus Pahim em sua obra “Itaqui, o portal do Rio Grande”(1o vol., Itaqui 2003) falando  do 15o governo municipal conta que antecipando-se em quatro anos a “Lei Áurea”, o município de Itaqui libertou todos os seus escravos. Após muitos anos de trabalho de dedicados cidadãos, simpatizantes da causa abolicionista, esse sonho  transforma-se em realidade. O Governo  e o povo local, em grande confraternização, festejaram o acontecimento. Dá uma lista dos que se destacaram pela causa abolicionista, mencionando entre eles Amâncio Machado Palmeiro (p. 23).

X  em Porto Alegre a 19 de setembro de 1868 com sua prima Luiza Lara Palmeiro, * em Porto Alegre a 12 de novembro de 1847 e batizada a 24 de abril de 1848 e aí +  a 20 de março de 1918, com 50 anos, filha do major Luiz José da Fontoura Palmeiro e de Bernardina dos Santos Lara (cf. adiante, também a árvore de costados de sua mãe).





Duas fotos da casa em que residia em Itaqui no início do séc. XX Amâncio Machado Palmeiro. A referida casa, em ruínas, foi destruída nos anos 1960-70. Conforme informação do historiador itaquiense Paulo Corrêa dos Santos, estaria na esquina da Av. Independência com a Rua Dr. João Dubal Goulart, quase fronteira ao prédio da Secretaria de Educação. No local da casa hoje funciona a sede do grupo religioso  Seicho-No-Ie. Esta casa, conta a tradição oral, teria pertencido ao primeiro padre de Itaqui, cônego José Coriolano de Sousa Passos (+ 1873).


Teve Amâncio Machado Palmeiro, com sua esposa, 17 filhos:



§ 1. Pedro Luiz Palmeiro (cf. adiante, § 1)
§ 2. Maria Leopoldina Palmeiro (Bibita) (cf. adiante, § 2)
§ 3. João, *  em Itaqui, onde + com 25 dias, em 1872.
§ 4. Luiz Acilino Palmeiro (cf. adiante, § 3)
§ 5. Eurico Lara Palmeiro (cf. adiante, § 4)
§ 6. Zaida Lara Palmeiro (cf. adiante, § 5)
§ 7. João, * em Itaqui em 1877, onde + em 1895.
§ 8. Antonieta Lara Palmeiro (cf. adiante, § 6)
§ 9. Manoel Lara Palmeiro (cf. adiante, § 7)
§ 10. Carlos Lara Palmeiro (cf. adiante, § 8)
§ 11. Fernando Lara Palmeiro (cf. adiante, § 9)
§ 12. Onfale Lara Palmeiro (cf. adiante, § 10)
§ 13.  Parmenio Lara Palmeiro (cf. adiante, § 11)
§ 14. Cinira Lara Palmeiro (cf. adiante § 12)
§ 15.Circe Lara Palmeiro, * em Itaqui a 22 de fevereiro de 1890, + em    
Porto Alegre em 1958. 
§ 16.Orivaldo Lara Palmeiro (cf. adiante, § 13)
§ 17.Odila, * em Itaqui a 22 de fevereiro de 1890. Faleceu solteira.


Fora do matrimônio - aliás,antes de casar - teve Amâncio Machado Palmeiro um filho, que reconheceu:
§ 18. Geraldo Palmeiro (cf. adiante, § 14)

§ 1. Pedro Luiz Palmeiro


Pedro Luiz Palmeiro * em Itaqui a 30 de janeiro de 1870 e + em Porto Alegre em 195?
X em Porto Alegre com Teodora Ávila (Teodorinha), *  em... a 1º de julho de 1874, + em Porto Alegre  a 9 de junho de 1956,  filha do conselheiro Henrique d´Avila (1831-1903) e de Faustina Neto e irmã do dr. Otávio d´Avila, marido de Onfale Lara Palmeiro, irmã de Pedro Luiz Palmeiro (cf. abaixo, § 10.) Henrique Francisco d'Ávila (* Herval, 31 de agosto de 1833 — + Porto Alegre, 5 de junho de 1903) foi um político gaúcho. Filho do estancieiro Antônio Francisco d'Ávila e de Ana Chagas d'Ávila, iniciou seus estudos no Rio Grande do Sul, seguindo depois para o Rio de Janeiro, onde estudou no Colégio Pedro II, depois bacharelando-se na Faculdade de Direito de São Paulo, em 1847. Regressou ao Rio Grande do Sul, fixando residência em Jaguarão, onde trabalhou como advogado.Filiado ao Partido Liberal, foi deputado provincial e geral, ministro da agricultura, presidente da província do Rio Grande do Sul, de 19 de abril de 1880 a 4 de março de 1881, também presidiu a província do Ceará, de 10 de julho a 11 de outubro de 1889, enquanto esta sofria com a seca. Nos últimos anos de sua vida colaborou com o Jornal do Commercio em Porto Alegre.

Cf. Wikipedia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Francisco_d'%C3%81vila, acessada a 11.2.2011.

Filhas:

1. Luiza (Lizoca) Palmeiro
 * em Itaqui, + em São Leopoldo? em 1978?.
    Solteira.
2. Faustina Palmeiro, * de Itaqui, onde faleceu.

Filha adotiva:
3.Marcinia Palmeiro
* em Porto Alegre a 30 de junho de 1906
 X com Armando Velho


§ 2. Maria Leopoldina (Bibita) Palmeiro


Maria Leopoldina (Bibita) Palmeiro
 *  em Porto Alegre  a 24 de maio de 1871, sendo batizada a 30 de novembro do mesmo ano, + em Itaqui
.
X em Porto Alegre com o capitão de fragata Joaquim Pinto Dias, * Rio de Janeiro a 23 de fevereiro de 1856, + em Rio Grande a 24 de agosto de 1908.

Joaquim Pinto Dias ficou aspirante a guarda marinha a 27 de novembro de 1874; segundo tenente a 28 de dezembro de 1876, primeiro tenente a 24 de dezembro de 1881; capitão tenente a 12 de julho de 1892 e capitão de fragata a 2 de março de 1901. Ele foi a Itaqui para comandar a guarnição local da Marinha. Ele X em primeiras núpcias em Itaqui com Márcia Leite, que morreu ao nascer o filho Joaquim Pinto Dias Júnior (ele vai ser criado pela segunda esposa do marido, Maria Leopoldina, e irá x em Calcutá, India, com uma jovem de família italiana (cf. GRG, p. 116).

12 filhos:

1. Ademar Palmeiro Pinto Dias, + criança.

2. Alayde Palmeiro Pinto Dias, + em Porto Alegre em 1967, solteira.
     Ela e as irmãs solteiras, Lulu, Miroca, Clori, moravam em Porto Alegre e eram um dos centros da familia (tios, primos), sendo sempre muito atenciosas e por isso queridas por todos. Salientaram-se sempre como doceiras nas festas familiares.

3. Anadia Palmeiro Pinto Dias, +  criança
4. Almerinda Palmeiro Pinto Dias, + criança
5. Luiza (Lulu) Palmeiro Pinto Dias,* no Rio de Janeiro, + em Porto Alegre em 1975, solteira.
6. Nelson Palmeiro Pinto Dias+ jovem em Itaqui.
7. Amâncio Palmeiro Pinto Dias (cf. adiante, 1.)
8. Zulmira (Miroca) Palmeiro Pinto Dias, + em Porto Alegre em 1964, solteira.
9. Luiz Palmeiro Pinto Dias (cf. adiante, 2.)
10. Argeo Palmeiro Pinto Dias (cf. adiante, 3.)
11. Yolanda Palmeiro Pinto Dias (cf. adiante, 4.)
12. Clory Palmeiro Pinto Dias, + em Curitiba em 1991, solteira


1. Amâncio Palmeiro Pinto Dias

 
Amâncio Palmeiro Pinto Dias
* em Itaqui a 3 de setembro de 1901, + em Porto Alegre a 20 de janeiro de 1985

Foi de Itaqui para Porto Alegre em 1938.  Foi diretor de escola em Itaqui e depois funcionário da Secretaria de Educação em Porto Alegre.

X  em Itaqui a 30 de julho de 1930 com Talvina Schenini Aranha, * em Itaqui a 28 de janeiro de 1914, + em Porto Alegre em 2003.
Filha de Sarjob Egydio de Souza Aranha e de Angelina Squenini; neta paterna do ten. Martim Egydio de Souza Aranha (1839-1884) e de Talvina do Amaral Nogueira; neta materna de João Squenini e de Catharina.... Martim Egydio era irmão mais moço do cel. Euclydes Egydio de Sousa Aranha, pai do importante estadista Oswaldo Aranha. Talvina portanto era prima irmã  de Oswaldo Aranha  e do dr. Luiz de Freitas Valle Aranha, casado com  Heloisa Palmeiro, prima irmã de Amâncio Pinto Dias (cf. adiante, II.2.4.2.). Talvina era irmã de Martim Aranha, por muitos anos vereador em Porto Alegre, e de Antonieta, esposa do dr. Cássio Annes Dias, médico em Porto Alegre.
Filhos:
1) Isis Aranha Pinto Dias (cf. adiante, 1.) )
2) Joaquim Silvio Aranha Pinto Dias (cf. adiante, 2.) )
3) Nelson Aranha Pinto Dias (cf. adiante, 3.)
4) Thereza Regina Aranha Pinto Dias (cf. adiante, 4.) )
5) Amâncio Aranha Pinto Dias (cf. adiant, 5.) )
6) Helena Maria Aranha Pinto Dias (cf. adiante, 6.) )
7) Roberto Aranha Pinto Dias (cf. adiante, 7.) )
8) Eduardo Aranha Pinto Dias (cf. adiante, 8.) )


1) Isis Aranha Pinto Dias


Isis Aranha Pinto Dias
* em Itaqui a 12 de agosto de 1931
X  em Porto Alegre com o Cel.Aviador Sebastião Eulálio de Oliveira Lima, * em ..., SP

Oficial da Aeronáutica. Engenheiro pelo Instituto Militar de Engenharia (1961). Residem em Brasilia.
Filhos:
(1) João André Pinto Dias Lima (cf. abaixo, (1))
(2) Maria Thereza Pinto Dias Lima (cf. abaixo, (2) )
(3) Marcelo Pinto Dias Lima (cf. abaixo, (3) )




João André Pinto Dias Lima
* em Porto Alegre a 29 de janeiro de 1957

Diplomata, é (2011) ministro de 2a classe, sendo cônsul adjunto no Consulado do Brasil em Chicago.

X Elza Maria da Costa e Silva. * no Rio de Janeiro a 10 de agosto de 1958
Filha do embaixador Alberto Vasconcellos da Costa e Silva (* 1931) e de Vera de Campos Queiroz (1931-2011). Alberto da Costa e Silva é um conhecido diplomata, poeta, ensaista, memorialista e historiador, membro da Academia Brasileira de Letras. A ele a Enciclopedia Wikipedia (acessada a8.4.2011) dedica um verbete, no qual diz notadamente:

É filho do poeta Antônio Francisco da Costa e Silva e de Creusa Fontenelle de Vasconcellos. Formado pelo Instituto Rio Branco (1957), serviu como diplomata em Lisboa, Caracas, Washington, Madri e Roma, antes de ser embaixador na Nigéria e no Benin, em Portugal, na Colômbia e no Paraguai. Foi eleito para a cadeira 9 da Academia Brasileira de Letras (2000). Foi presidente da entidade nos anos de 2002 e 2003. Em 2004 foi escolhido pela União Brasileira de Escritores (UBE) como o "Intelectual do Ano". Alberto da Costa e Silva é também acadêmico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.Sua esposa, Vera de Campos Queiroz foi tradutora premiada pela tradução de "O Mundo se Despedaça", de Chinua Achebe.
Obras do autor:
Como poeta:  O parque e outros poemas, 1953; O tecelão, 1962; Alberto da Costa e Silva carda, fia, doba e tece, 1962; Livro de linhagem, 1966; As linhas da mão, 1978 (Prêmio Luísa Cláudio de Souza, do Pen Club do Brasil); A roupa no estendal, o muro, os pombos, 1981; Consoada, 1993; Ao lado de Vera, 1997 (Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro)
 Como historiador e africanólogo: A enxada e a lança: a África antes dos Portugueses. Edições 1992/96;  As relações entre o Brasil e a África Negra, de 1822 a 1° Guerra Mundial. Ed.1996; A manilha e o Libambo: A África e a Escravidao, de 1500 a 1700. Ed.2002; Um Rio Chamado Atlântico, 2003; Francisco Félix de Souza, Mercador de Escravos. Ed.2004
Como ensaísta: O vício da África e outros vícios, 1989;  Guimarães Rosa, poeta; Mestre Dezinho de Valença do Piauí, 1999; Castro Alves: um poeta sempre jovem, 2006
Como memorialista: Espelho do Príncipe, 1994.
Como organizador de antologias: Lendas do índio brasileiro , 1957, 1969, 1980 e 1992; A nova poesia brasileira, Lisboa, 1960; Poesia concreta, Lisboa, 1962; Da Costa e Silva, 1997;Poemas de amor de Luís Vaz de Camões, 1998; Antologia da poesia portuguesa contemporânea, com Alexei Bueno,1999; dirigiu e foi o principal redator da parte brasileira da Enciclopédia Internacional Focus, Lisboa, 1963-1968

Quanto a Antônio Francisco da Costa e Silva (Amarante, 1885Rio de Janeiro, 1950), foi poeta, a que também a Wikipedia dedica um verbete em que diz:
Começou a compor versos por volta de 1896, tendo seus primeiros poemas publicados em 1901. Todavia, seu primeiro livro de poesia, Sangue, somente foi lançado em 1908. Exerceu função pública na Presidência da República do Brasil, entre 1931 e 1945, a pedido do então presidente Getúlio Vargas. É o autor da letra do hino do Piauí.
Guilherme Luiz Leite Ribeiro (“Os bastidores da diplomacia, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2007, p. 50) disse que Costa e Silva era pavorosamente feio, o que influiu na sua carreira:"Nos tempos do barão do Rio Branco não havia concurso para ingressar na carreira diplomática, e a seleção era feita pessoalmente por ele, que conversava com os candidatos, em geral pessoas de família conhecida, de preferência bonitos e falassem línguas estrangeiras. Antônio Francisco da Costa e Silva, conversou com o barão sobre a possibilidade de ingresso na carreira, porém o chanceler foi taxativo: - Olha, o senhor é um homem inteligente, admiro-o como poeta, contudo não vou nomeá-lo porque o senhor é muito feio e não quero gente feia no Itamaraty..."

Filhos de João André Pinto Dias Lima e Elza Maria da Costa e Silva:

A. Antonio Pedro da Costa e Silva Lima
* Buenos Aires, 5 de dezembro de 1989
Estudante de Economia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) (2011
B. João Marcelo da Costa e Silva Lima
* Caracas, 12 de junho de 1991
Estudante de Direito na Fundação Getúlio Vargas (2011)

C. Isabel da Costa e Silva Lima
*  Lisboa, 20 de janeiro de 1995


(2) Maria Thereza Pinto Dias Lima

Maria Thereza Pinto Dias Lima
* no Rio de Janeiro a 2 de abril de 1958
Reside em Brasília
X ... Martins (divórcio)
Reside em Bauru, SP.
Filhos:
A. João Eulálio  Lima Martins
* em Bauru a 30 de outubro de 1983
B. Maria Clara Lima Martins
* a 27 de fevereiro de 1985


(3) Marcelo Pinto Dias Lima

Marcelo Pinto Dias Lima
* no Rio de Janeiro a 12 de março de 1959
X (1) ...
X (2) civ.? com Vanessa Furtado de Almeida
Filhos (do 1º casamento):
A.  Leonardo de Carvalho Lima
* em Belo Horizonte? a 4 de março de 1989
B. Felipe de Carvalho Lima
* em Belo Horizonte? a 12 de maio de 1991


2) Joaquim Silvio Aranha Pinto Dias


Joaquim Silvio Aranha Pinto Dias
* em Itaqui a 29 de janeiro de 1933, + no Rio de Janeiro em 1998

Foi funcionário da CAEB?, empresa de energia elétrica ligada à Light. Solteiro.


3) Nelson Aranha Pinto Dias

Nelson Aranha Pinto Dias
* em Itaqui a 2 de junho de 1935

Economista, funcionário da IBM (aposentado). Mora no Rio de Janeiro
X no Rio de Janeiro a 6 de setembro de 1963 com Vanda Raposo, * em Caçapava, SP, a 24 de junho de 1938, filha do general ... (lutou na Segunda Guerra Mundial, integrando a FEB)
Filhos:
(1) Cristiana Raposo Pinto Dias (cf. adiante, (1) )
(2) Clóvis Raposo Pinto Dias (cf. adiante, (2) )
(3) Renata Raposo Pinto Dias (cf. adiante, (3) )


(1) Cristiana Raposo Pinto Dias

Cristiana Raposo Pinto Dias
* no Rio de Janeiro a 21 de julho de 1964
# ... de Freitas (separaram-se)
Filha: Roberta Pinto Dias de Freitas, * no Rio de Janeiro a 13 de junho de 1987

(2) Clóvis Raposo Pinto Dias

Clóvis Raposo Pinto Dias
* no Rio de Janeiro a 21 de outubro de 1966

Formado em Gastronomia. É gerente de um restaurante em Belo Horizonte.
X ...Machado (divorciaram-se)
Filho: Luca Machado Pinto Dias, * no Rio de Janeiro a 10 de maio de 2002


(3) Renata Raposo Pinto Dias

Renata Raposo Pinto Dias
* ...

Trabalha (2011) no escritório de uma empresa de turismo em Nova Iorque há mais de 20 anos.
X ... de Almeida, brasileiro (divorciaram-se)
Filha: Victória Pinto Dias de Almeida, * em Nova Iorque a 25 de maio de 2001


4) Thereza Regina Aranha Pinto Dias


Thereza Regina Aranha Pinto Dias
* em Itaqui a 14 de outubro de 1937
X em Porto Alegre a 17 de dezembro de de 1953 com Renato Gomes Perrone, * em Porto Alegre a 28 de junho de 1927
Engenheiro, funcionário da IBM (aposentado). Reside no Rio de Janeiro.

Filhos:
(1) Fernando Pinto Dias Perrone (cf. abaixo, (1) )
(2) Paulo Pinto Dias Perrone (cf. abaixo, (2) )
(3) Marisa Pinto Dias Perrone (cf.abaixo, (3) )
(4) Clarice Pinto Dias Perrone (cf. abaixo, (4)
(5) Cláudia Pinto Dias Perrone (cf. abaixo, (5)


(1) Fernando Pinto Dias Perrone


Fernando Pinto Dias Perrone
* em Porto Alegre a 23 de ... de 1955
Engenheiro,  trabalha na Eletrobrás, no Rio de Janeiro
X no Rio de Janeiro com Deborah Nelson-Smith, * a 3 de março de 1958. Filha de ... Nelson-Smith, brasileiro que foi gerente geral do Aeroporto de Nova Iorque. Ela é arquiteta.

Filhos:
A. Felipe Nelson-Smith Perrone, * no Rio de Janeiro a 23 de junho de 1983
B. Patrícia Nelson-Smith Perrone, * no Rio de Janeiro a 17 de junho de 1985


(2) Paulo Pinto Dias Perrone

Paulo Pinto Dias Perrone
* em Porto Alegre a 31 de maio de 1956
Engenheiro. Trabalha numa grande construtora no Rio de Janeiro.
X a 31 de maio de 1983 com Ercília Maria Miguel Pinto, * em Goiânia a 25 de novembro de 1957. Professora.
Filhos:
A. Renato Pinto Perrone, * no Rio de Janeiro a 3 de outubro de 1984
B. Roberta Pinto Perrone, * no Rio de Janeiro a 5 de fevereiro de 1987


(3) Marisa Pinto Dias Perrone

Marisa Pinto Dias Perrone
* em Porto Alegre a 20 de outubro de 1958
X com Fernando Moraes Barros de Aragão, * no Rio de Janeiro a 9 de outubro de 1954. Engenheiro. Mora no Rio de Janeiro

Filhos:
A. Bruna Perrone de Aragão (cf. adiante, A.)

 
B. Bernardo Perrone de Aragão, * no Rio de Janeiro a 7 de dezembro de 1983. É músico. Encontra-se na Nova Zelândia.


A. Bruna Perrone de Aragão


Bruna Perrone de Aragão
* no Rio de Janeiro a 25 de julho de 1980

Advogada.
X no Rio de Janeiro a 9 de abril de 2011 com Gabriel Lopes Ribeiro. Filho de Manuel Gomes Lopes Ribeiro e Maria da Conceição Gomes.


(4) Clarice Pinto Dias Perrone

Clarice Pinto Dias Perrone
* em Porto Alegre a 27 de maio de 1960
Solteira.

(5) Cláudia Pinto Dias Perrone

Cláudia Pinto Dias Perrone
* em Montevidéu a 8 de maio de 1963
X com Luciano Marcelo Demarchi Mangone, * em Porto Alegre a 2 de agosto de 1962

Advogado. Piloto de avião, fazendo linhas internacionais da GOL. Reside em Porto Alegre
Filha: Giovanna Perrone Mangone, * no Rio de Janeiro a 18 de abril de 1997


5) Amâncio Aranha Pinto Dias


Amâncio Aranha Pinto Dias
* em Porto Alegre a 22 de agosto de 1939

Funcionário da SUSEPE – Superintendência dos Serviços Penitenciários do Estado do Rio Grande do Sul. Integrou nos anos 50-60, por dois anos e dez meses, como soldado, um dos contingentes que o Brasil enviou a Suez, sob a bandeira da ONU. Reside em Porto Alegre.
X a 11 de maio de 1968 com Enilda Ferreira, * a 9 de agosto de 1968.
Como o marido, também foi funcionária da SUSEPE.
Filhos:
A. Denise Ferreira Pinto Dias (cf. abaixo, A.)
B. Daniela Ferreira Pinto Dias (cf. abaixo, B.)


A. Denise Ferreira Pinto Dias

Denise Ferreira Pinto Dias
* em Porto Alegre a 31 de julho de 1972
X em Porto Alegre a 26 de novembro de 1993 com Leandro Nunes.
Filhos:
a. Bruno Pinto Dias Nunes, * em Porto Alegre a 6 de julho de1995
b. Leonardo Pinto Dias Nunes, * em Porto Alegre a 17 de outubro de 1999


B. Daniela Ferreira Pinto Dias

Daniela Ferreira Pinto Dias,
* em Porto Alegre a 18 de fevereiro de 1976

Nutricionista, trabalha numa creche em Porto Alegre
X com Gelson Tavares, * a 18 de abril de 1966
Filho: Vitor Pinto Dias Tavares, * em Porto Alegre a 29 de dezembro de 2010


6) Helena Maria Aranha Pinto Dias

Helena Maria Aranha Pinto Dias
* em Porto Alegre a 14 de dezembro de 1948

Dentista em Santiago.
X com o Dr. Francisco de Assis Beheregaray, * em Uruguaiana, a 21 de setembro de 1945
Médico em Santiago, clínico geral.
Filhos:
(1) Alexandre Pinto Dias Beheregaray (cf. abaixo, (1) )
(2) André Pinto Dias Beheregaray (cf. abaixo, (2) )
(3) Thais Pinto Dias Beheregaray (cf. abaixo, (3) )


(1) Alexandre Pinto Dias Beheregaray

Alexandre Pinto Dias Beheregaray
* em Porto Alegre a 24 de fevereiro de 1974

Trabalha em informática em Porto Alegre

X (1) Priscila Palmeiro (divorciaram-se)
Juiza de Direito em Alegrete (2011)

# Francis Caroline Chaves da Rocha, * a 9 de março de 1978
Procuradora do Estado

Filhos:

a) da 1ª união:
A. Lucas Palmeiro Beheregaray, * em Porto Alegre a 19 de fevereiro de 1998

b) da 2ª união:
B. Mariana da Rocha Beheregaray, * a 12 de abril de 2010


(2) Dr. André Pinto Dias Beheregaray


Dr. André Pinto Dias Beheregaray
* em Santiago a 26 de julho de 1977
Médico neurologista em Pato Branco, Paraná.

X em Santiago com Lívia Rocha, * em Santiago a 20 de março de 1982
Enfermeira
Filho: Miguel Rocha Beheregaray, * em Pato Branco, PR, a 20 de abril de 2011.

(3) Dra. Thais Pinto Dias Behregaray

Dra. Thais Pinto Dias Beheregaray
* em Santiago a 13 de fevereiro de 1979
Advogada.

# com Jowan Paulo Beck da Fonseca, * a 4 de outubro de 1980
É funcionário de um laboratório farmacêutico (distribuição de produtos farmacêuticos). Reside em Porto Alegre.
Sem filhos.

7) Roberto Aranha Pinto Dias

Roberto Aranha Pinto Dias
* em Porto Alegre a 16 de agosto de 1950

Empresário (imobiliária em Gramado). Reside em Canela.

X (1) ...
# com Marily Becker, * 6 de outubro de 1960
Sem filhos das duas uniões.


8) Eduardo Aranha Pinto Dias

Eduardo Aranha Pinto Dias
* em Porto Alegre a 28 de abril de 1952
Bancário. Empresário aposentado (empresa de xérox funcionando na UFRGS).

X (1) com Tiana Maria da Silva Pinto, * em Porto Alegre a 12 de fevereiro de 1952.

# com Margareth Barcellos do Amaral, * em Porto Alegre a 1º de janeiro de 1961, filha de Argélio Guimarães do Amaral e de Nilza Pardelha Barcellos.

Bancária aposentada.

Filhos:

a) da 1ª união:

(1) Alexander Pinto Dias (cf. adiante, (1) )
(2) Vanessa Pinto Dias (cf. adiante, (2) )

b) da 2ª união:

(3) Gustavo do Amaral Pinto Dias (cf. adiante, (3)



(1) Alexander Pinto Dias


Alexander Pinto Dias
* em Porto Alegre a 19 de agosto de 1976.
É músico (DJ).

(2) Vanessa Pinto Dias

Vanessa Pinto Dias
* em Porto Alegre a 11 de dezembro de 1980
Formada em Administração de Empresas. Trabalha num banco.

X com Denílson Guimarães (divorciaram-se)

b) da 2ª união:

(3) Gustavo do Amaral Pinto Dias

Gustavo do Amaral Pinto Dias
* em Porto Alegre a 12 de outubro de 1987
Estudante de Engenharia.






2. Luiz Palmeiro Pinto Dias

Luiz Palmeiro Pinto Dias
* em Itaqui a 29 de março de 1903, + em Curitiba em novembro de 1978
X com Dulce Iná Valle, + em Curitiba
Filhos:
1) Leda Valle Pinto Dias, *  em Curitiba a 3 de junho de 1933,  e aí + em... C
2) Paulo Valle Pinto Dias (cf.  adiante, 1) )
3) Fernando Valle Pinto Dias (cf. adiante, 2) )
4) José Luiz Valle Pinto Dias (cf. adiante, 3) )
5) Maria Luiza Valle Pinto Dias (cf. adiante, 4) )


1 ) Paulo Valle Pinto Dias

Paulo Valle Pinto Dias
* a 17 de agosto de 1935, + em Curitiba a 15 de junho de 2009
X Nelza da Silva, + em Curitiba a 10 de dezembro de 2008
Filhos:
(1) Marcelo Souza Pinto Dias, * em Curitiba a 18 de março de 1967, + num acidente de carro na mesma cidade a 17 de fevereiro de 1982
(2) Marcos Souza Pinto Dias, * em Curitiba a 26 de outubro de 1970, + na mesma cidade a 4 de agosto de 1971.

2) Fernando Valle Pinto Dias

Fernando Valle Pinto Dias
* em Curitiba a 1º de outubro de 1938
X Maria de Nazareth ..., * a 2 de junho de 1962


3) Maria Luiza Valle Pinto Dias

Maria Luiza Valle Pinto Dias
* em Curitiba a 19 de julho de 1942
Reside em Curitiba
X com Luzádio de Freitas
Filhos:
(1) Fernanda Pinto Dias de Freitas, + num acidente de carro
(2) João Paulo Pinto Dias de Freitas


4) José Luiz Valle Pinto Dias

José Luiz Valle Pinto Dias
...
Reside em São Paulo.
X com Marina Malzoni
Filhos:
(1) Valéria Malzoni Pinto Dias – casada e com filhos
(2) Vanessa Malzoni Pinto Dias
(3) Luiz Francisco Malzoni Pinto Dias


3. Argeo Palmeiro Pinto Dias

Argeo Palmeiro Pinto Dias
* em Itaqui, + em 1959

Engenheiro. Residia em São Paulo. Tem um colégio que leva seu nome: Escola Estadual Engenheiro Argeu Pinto Dias, no barrio Jardim Marilde (distrito de Grajaú Zona Sul, na capital paulista).

X Marina Piccirillo, + em 2008
Filhos:
1) Maria Ritta Piccirillo Pinto Dias (cf. adiante, 1) )
2) José Carlos Piccirillo Pinto Dias (cf. adiante, 2) )
3) José Antonio Piccirillo Pinto Dias (cf. adiante, 3) )


1) Maria Ritta Piccirillo Pinto Dias

Maria Ritta Piccirillo Pinto Dias
+ 2006
X Miguel Mechid Filho (divorciaram-se)

Filha: Veridiana Pinto Dias Mechid (cf. adiante)

Veridiana Pinto Dias Mechid

Veridiana Pinto Dias Mechid
X ... Bandeca


2) José Carlos Piccirillo Pinto Dias

José Carlos Piccirillo Pinto Dias
X Maria Cristina Brand

3) José Antônio Piccirillo Pinto Dias

José Antônio Piccirillo Pinto Dias
* a 6 de março de 1932

Mora em São Paulo.

X com Benedita Conceição Rochel
Filha: Maria Cristina Rochel Pinto Dias

Maria Cristina Rochel Pinto Dias

Maria Cristina Rochel Pinto Dias
X com Manoel Moreno Sanches

Filhos:
A. André Moreno Sanches
B. Adriana Moreno Sanches



4. Yolanda Palmeiro Pinto Dias

Yolanda Palmeiro Pinto Dias
* em Rio Grande, + em Curitiba
X José Gama Gonçalves Junior, + em Curitiba
Filhos:
1) Yeda Pinto Dias Gonçalves (cf. adiante, (1)
2) Izar Pinto Dias Gonçalves (cf. adiante, (2)
3) José Gonçalves Neto (cf. adiante, (3)
4) Zilda Pinto Dias Gonçalves (cf. adiante, (4) )


1) Yeda Pinto Dias Gonçalves

Yeda Pinto Dias Gonçalves
* a 14 de agosto de 1930, + 2007
X Antonio Damaso Bittencourt de Camargo,* 5 de agosto de 1924, +
Filhos:
(1) Egypicialinda Gonçalves de Camargo (cf. adiante, (1) )
(2) Antônio Damaso Bittencourt de Camargo Júnior (cf. adiante, (2) )
(3) Francisco José Gonçalves de Camargo (cf. adiante, (3) )
(4) Paulo Roberto Gonçalves de Camargo (cf. adiante, (4) )
(5) Mário Sérgio Gonçalves de Camargo (cf. adiante, (5) )
(6) Jorge Augusto Gonçalves de Camargo
 * a 14 de julho de1960,+a 20 de fevereiro de 1981 num acidente de carro?
(7) Carlos Eduardo Gonçalves de Camargo (cf. adiante, (6) )


(1) Egypicialinda Gonçalves de Camargo

Egypcialinda Gonçalves de Camargo
* em Curitiba a 27 de dezembro de 1955

X Marco Antonio Suzuki (divorciaram-se)
Ele é de ascendência japonesa.
Filhos:
A. Ana Luiza Camargo Suzuki (cf. adiante, A.)
B. Marco Antonio Suzuki Júnior (cf. adiante, B.)
C. Yeda Maria Camargo Suzuki (cf. adiante, C.)
D. Ricardo de Camargo Suzuki (cf. adiante, D.)


A. Ana Luiza Camargo Suzuki

Ana Luiza Camargo Suzuki
* em Curitiba a 19 de março de 1977
Reside fora do Brasil
Teve de Keith Jones uma filha: Maria Fernanda Suzuki, * 26 de setembro de 2003

B. Marco Antônio Suzuki Júnior

Marco Antônio Suzuki Júnior
X a 31 de maio de 1978

C. Yeda Maria Camargo Suzuki
Yeda Maria Camargo Suzuki
* a 8 de março de 1980
X ... Rondon
Filho: Felipe Martin Suzuki Rondon, * a 3 de julho de 2009


D. Ricardo de Camargo Suzuki

Ricardo de Camargo Suzuki
* a 7 de abril de 1981


(2) Antonio Damaso Bittencourt de Carvalho Júnior

Antonio Damaso Bittencourt de Carvalho Junior
* em Curitiba a 16 de janeiro de 1956
X com Clarice Rodrigues
Filhos:
A. Cristiano Rodrigues de Camargo
B. Pedro Rodrigues de Camargo


(3) Francisco José Gonçalves de Camargo

Francisco José Gonçalves de Camargo
* a 15 de abril de 1957

Mora em Porto Velho, Rondônia.

X (1) ... Jakobi (divorciaram)
X civ.? (2)  Rosana Portela

Filhos:

a) do 1º casamento:

A. Milene Jakobi de Camargo
     * a 1º de fevereiro de 1986
B. Francisco José Gonçalves de Camargo Filho (cf. adiante,A.)

b) do 2º casamento:

C. Jorge Augusto Portela de Camargo
D. Pamela Portela de Carvalho
E. Paloma Portela de Carvalho

A. Francisco José Gonçalves de Camargo Filho

Francisco José Gonçalves de Camargo Filho
X? ...
Filha: Eduarda de Camargo


(4) Paulo Roberto Gonçalves de Camargo

Paulo Roberto Gonçalves de Camargo
* em Curitiba a 16 de fevereiro de 1958

Reside em Curitiba
X com Ana Elisabeth Andraschko, * em Rio das Antas,Santa Catarina, a 14 de setembro de 1955
Filhos:
A. Paulo Roberto Gonçalves de Camargo Filho
* em Curitiba a 7 de novembro de 1983
B. Ana Cláudia Andraschko de Camargo
* em Curitiba a 4 de novembro de 1986
C. Ana Carolina Andraschko de Camargo
* em Curitiba a 11 de junho de 1991

(5) Mário Sérgio Gonçalves de Camargo

Mário Sérgio Gonçalves de Carvalho
* em Curitiba a 25 de março de 1959
Reside em Curitiba
X Lia Rosangela Carneiro
Filhos:

A. Janaína Carneiro de Camargo
* a 8 de março de 1984
Reside em Florianópolis
B. Mário Sérgio Gonçalves de Carvalho Filho
* a 16 de março de 1986


(6) Carlos Eduardo Gonçalves de Camargo

Carlos Eduardo Gonçalves de Camargo
* em Curitiba a 1º de agosto de 1961
X .... Garmatter (divorciaram-se)
Filhos:
A. Carlos Eduardo Gonçalves de Camargo Filho
* em Curitiba a 1º de julho de 1987
B. Gabriel Garmatter de Camargo
* em Curitiba a 9 de julho de 1990
C. Thais Garmatter de Camargo
* em Curitiba a 9 de outubro de 1993


2) Izar Pinto Dias Gonçalves

Izar Pinto Dias Gonçalves
* 1936
X com Manoel Carlos Camargo Ribas, +
Filhos:
(1) Manoel Luiz Gonçalves Camargo Ribas (cf. adiante, (1) )
(2) Carlos Homero Gonçalves Camargo Ribas (cf. adiante, (2) )


(1) Manoel Luiz Gonçalves Camargo Ribas


Manoel Luiz Gonçalves Camargo Ribas
* a 19 de fevereiro de 1958


(2) Carlos Homero Gonçalves Camargo Ribas

Carlos Homero Gonçalves Camargo Ribas

X ? (1) ... Madsen (separaram-se)
X ? (2) ... Carraro (separaram-se)
X ? (3) Silvana Fátima Fontana, * 1976

Filhos:

a) da 1ª união:
A. Bruna Madsen Camargo Ribas (cf. adiante, A.)

B. Rafael Madsen Camargo Ribas
* a 18 de fevereiro de 1983

b) da 2ª união:
C. David Carraro Camargo Ribas
* a 18 de fevereiro de 1983

Da 3ª união:
D. Pedro Fontana Camargo Ribas


A. Bruna Madsen Camargo Ribas

Bruna Madsen Camargo Ribas
* a 14 de março de 1987
Mora em São Paulo
Filha: Isabella Camargo Ribas


3) José Gonçalves Neto

José Gonçalves Neto
Reside em Curitiba

X ...
Filhos:

(1) José Eduardo Gonçalves
(2) Olivério Gonçalves
(3) Cláudio Gonçalves


4) Zilda Pinto Dias Gonçalves

Zilda Pinto Dias Gonçalves
* a 18 de outubro de 1931
X com Luiz Gandara, * a 6 de abril de 31
Filhos:
(1) José Manoel Gonçalves Gandara (cf. abaixo, (1) )
(2) Maurício Gonçalves Gandara(cf. abaixo, (2)
(3) Luiz Henrique Gonçalves Gandara (cf. abaixo, (3) )

(1) José Manoel Gonçalves Gandara

José Manoel Gonçalves Gandara
* a 29 de setembro de 1965
Reside em Curitiba.


(2) Maurício Gonçalves Gandara

Maurício Gonçalves Gandara
...
X (1) Isabela Ferreira (divorciaram-se)
X civ.? (2) ... Gusso

Filhos:

a) com a 1ª esposa:

A. Luiza Ferreira Gandara
* em Curitiba a 17 de abril de 1989

b) da 2ª união:

B. Guilherme Gusso Gandara
* em Curitiba a 29 de abril de 1996
C. Ana Gusso Gandara
* em Curitiba a 19 de janeiro de 1998


(3) Luiz Henrique Gonçalves Gandara

Luiz Henrique Gonçalves Gandara
* em Curitiba a 1º de abril de 1970
X Joelma Viviane, * a 28 de outubro de 1970
Filhos:
(1) Gabriel Gandara, * em Curitiba a 18 de dezembro de 1987

(2) Letícia Gandara, * em Curitiba a 4 de dezembro de 1996


§ 2.  Luiz Acilino Palmeiro


Luiz Acilino Lara Palmeiro
* em Itaqui a 17 de julho de 1872 e ali + a 26 de outubro de 1962.
Jovem, foi praça da Marinha por pouco tempo. Foi proprietário da Estância Santa Luiza,que vendeu depois de enviuvar do primeiro casamento, passando a morar na cidade de Itaqui. Foi líder do Partido Libertador e quando morreu era presidente de honra do Diretório Municipal.
X (1) em Itaqui a 29 de junho de 1896 com Balbina Gonçalves de Souza (Biquinha), * a 29 de junho de 1896, + de difeteria a 14 de fevereiro de 1926. Filha do coronel Manoel Luiz de Souza e de Balbina Gonçalves. Sua irmã América Gonçalves de Souza era casada com Aureliano Barbosa, deputado federal.
X (2) em ... a ... com Mira Rocha, * ..., + a 5 de setembro de 1964. Filha de... Mira antes do casamento foi cantora lírica.

Teve do 1º casamento 11 filhos e do 2º casamento, 4. Teve ainda 4 filhos naturais que reconheceu.

a) do 1º casamento: 
1. Amâncio Souza Palmeiro (cf. adiante, 1.)
2. Alcy Souza Palmeiro + pequeno
3.Juraci Souza Palmeiro (cf. adiante, 2.)
4.Gelsa Souza Palmeiro (cf. adiante,3.)
5. Manoel Luiz de Souza Palmeiro (cf. adiante, 4.)
6. Dante de Souza Palmeiro + pequeno
7. Ary de Souza Palmeiro (cf. adiante, 5.)
8. Alcy de Souza Palmeiro (cf. adiante, 6.)
9.Graccho de Souza Palmeiro (cf. adiante, 7.)
10. Maria de Lourdes de Souza Palmeiro (cf. adiante, 8.)
11. Ory de Souza Palmeiro (cf. adiante, 9.)

b) do 2º casamento:
12. Onfale Rocha Palmeiro (cf. adiante, 10.)
13. Fernando Rocha Palmeiro (cf. adiante, 11.)
14.Marisa Rocha Palmeiro (cf. adiante, 12.)
15. Clotilde Rocha Palmeiro (cf. adiante, 13.)

c) reconhecidos como filhos naturais:
16. Roque Palmeiro (cf. adiante, 14.)
17. Ovídio Palmeiro (cf. adiante, 15.)
18. Gladis Palmeiro (cf. adiante, 16.)




80 anos de Acilino Palmeiro (sentado, ao centro): foto da família, tirada em Itaqui em 1954.



 
1. Amâncio Souza Palmeiro

Amâncio Souza Palmeiro
* em Itaqui em 1900, + no Rio de Janeiro em 1977.

Engenheiro pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro, permaneceu nesta cidade. Foi presidente do IAPM-Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos. Era membro do Partido Comunista. Solteiro.
2.    Juraci (Jurá) Souza Palmeiro


Juraci (Jurá) Souza Palmeiro
 * em Itaqui em 1901, + c. 1973
 X com Clóvis Fernandes Lima
       De tradicional família também de Itaqui, era filho de Januário Fernandes Lima
       Filhos:
     (1)   Estefânia (Fana) Palmeiro Fernandes Lima (cf. adiante, (1)
     (2)   Luiz Acilino Palmeiro Fernandes Lima (cf. adiante, (2)
     (3)   Balbina Maria Palmeiro Fernandes Lima (cf. adiante (3)


(1)    Estefânia (Fana) Palmeiro Fernandes Lima


Estefânia (Fana) Palmeiro Fernandes Lima
* em Itaqui
X com o Dr. Humberto Degrazia
Médico em Itaqui
Filho de ...
Filhos:
     A.    Clóvis Fernandes Lima Degrazia
+ em Florianópolis,com 11 anos,  quando era aluno interno do colégio dos jesuítas. Foi à missa, quando comungou, e logo depois da celebração teve um mal súbito, vindo a falecer.
B. B. Lavinia (Lalá) Fernandes Lima Degrazia
C. C.Luciano Fernandes Lima Degrazia (cf. adiante, A.)
D. D.Estefânia Fernandes Lima Degrazia (cf. adiante, B.)
E. E.Humberto Degrazia Filho
Formado em Direito e em Medicina.Solteiro.

A. Luciano Fernandes Lima Degrazia
      Luciano Fernandes Lima Degrazia
      Engenheiro agrônomo em Porto Alegre
      X ... (família de Itaqui)
      2 filhas.

B. Stephania (Faninha) Fernandes Lima Degrazia

     Estefânia (Faninha) Fernandes Lima Degrazia
     X Lucas Cirne Lima, + .... (divórcio)
     Filho do Dr. ....
    2 filhos

 


(2)    Luiz Acilino (Lizoca) Palmeiro Fernandes Lima

Luiz Acilino (Lizoca) Palmeiro Fernandes Lima
* ..., + ....
Fazendeiro em Itaqui.
X com a Dra. Ouro (Ourinho) Degrazia (divorciaram-se)
Dentista em Porto Alegre.

Três filhos, sendo um falecido (Alemão)

(3)    Balbina Maria Palmeiro Fernandes Lima

Balbina Maria (ou será Maria Balbina?) Palmeiro Fernandes Lima
* em Itaqui a 24 de outubro de 1943, + no final de 2010/início de 2011


X em Porto Alegre a 5 de março de 1952 com o Dr. Plínio Dornelles Macedo, * em Alegrete a 24 de fevereiro de 1929 + ....

Filho de Antonio de Medeiros Macedo (1900-1960) e de Eloá Jacques Dornelles (1908-1957); neto paterno de Antonio de Oliveira Macedo e de Odith Bicca de Medeiros; neto materno de Lauro de Sá Dornelles (1861-1916), bacharel em Agronomia pela Imperial Escola Agrícola de Salvador, intendente de Alegrete, 1909-1912, e de Luiza Ignácia de Sá Brito Jacques (* 1876), esta sendo filha de Simplício Ignácio Jacques (1840-1887), presidente da Câmara Municipal de Alegrete e de Paulina de Sá Brito,e neta de Luiz Ignácio Jacques (* Rio Pardo 1807, + Alegrete 1874), um dos patriarcas da nascente povoação de Alegrete, tendo sido vereador e presidente da Câmara. Luiz Ignácio era irmão de José Antonio Jacques, que participou das Guerras Cisplatinas, sendo casado com Felicidade dos Santos Ourique. Assim, Simplício Ignácio Jacques era primo irmão de Josefina Angélica Ourique Jacques, baronesa de Ivinhema. Por seu tio, Francisco Ignácio Jacques era primo irmão de Ana Carolina Fonseca Jacques, baronesa do Triunfo, esposa do brigadeiro José Joaquim de Andrade Neves, barão do Triunfo. Enfim, Luiza Ignácia era neta paterna do Dr. Francisco de Sá e Brito Júnior, primeiro Juiz de Alegrete. O bisavô era natural da França (cf. Dom Saul Palma Souto – Dom Homero Corrêa Pires Dornelles, “Famílias do Rio Grande de São Pedro – Um contributo à genealogia sul-rio-grandense”, 1º volume, Casa de Ornelles ou Dornelles, Editora GCI, Porto Alegre, 2004 – esta obra, apesar das extravagâncias nobiliárquicas, tem muitas informações genealógicas que parecem confiáveis. Dela nos valemos para os dados abaixo, acerca da descendência de Maria Balbina Fernandes Lima – Plínio Dornelles Macedo).

Dentista e fazendeiro em Alegrete.Proprietário das estâncias Santa Luzia, em Quarai, e Silvestre, em Itaqui.
Filhos:
A. Clóvis Eduardo Fernandes Lima Macedo (cf. adiante, A.)
B. Eloá Maria Fernandes Lima Macedo (cf. adiante, B.)
C. Juraci Fernandes Lima Macedo (cf. adiante, C.) 

A. Clóvis Eduardo Fernandes Lima Macedo

Clóvis Eduardo Fernandes Lima Macedo (ou será Clóvis Antonio Lima Macedo?)
* em Porto Alegre a 6 de junho de 1954, + em Alegrete a 5 de janeiro de 2004
Fazendeiro.
X (1)  Ana Luiza Bastos Yaft (divorciaram-se)
Bacharel em Turismo pela PUC/RS
X (2) civ.? Maria Rita Minossi Barboza, * em Porto Alegre
Filhos:
a) do 1º casamento:
a.  Maria Luiza Yaft Macedo, * em Porto Alegre a 10 de novembro de 1982. Arquiteta.
b) da 2ª união:
b. Ihchn Barbosa Macedo, * em Porto Alegre a 7 de agosto de 1984

B. Eloá Maria Fernandes Lima Macedo

Eloá Maria Fernandes Lima Macedo (ou será Eloá Maria Lima Macedo?)
* em Porto Alegre a 5 de novembro de 1952
X em Porto Alegre a 22 de  julho de 1975 com César de Azambuja  Brasil,*   em Porto Alegre 15 de junho de 1942
        Filho de João Chagas Brasil e de Dolores de Azambuja.
Formado em Zootecnia pela PUC/RS-Uruguaiana
Filhos:
a. Dr. Plínio César Macedo Brasil, * em Porto Alegre a 24 de maio de 1978. Bacharel em Direito.
b. Dr. Lauro Macedo Brasil, * em Porto Alegre a 15 de setembro de 1982. Bacharel em Direito.
c. Renato Macedo Brasil, * em Porto Alegre a 17 de setembro de 1986

C. Juraci Fernandes Lima Macedo

Juraci Fernandes Lima Macedo (ou Juraci Lima Macedo)
* em Porto Alegre a 1º de maio de 1956
X (1) com o Dr. Fernando Casarini (ou Cavalhinho?) – médico (divorciaram-se)
X civ.? (2) com Ronaldo Pereira Madeira, * em Alegrete a 13 de outubro de 1955
Filho de Estácio Ferreira Madeira e de Rita Nogueira Pereira.
Filhos:
a) do 1º casamento:
a. Gustavo Macedo Casarini, * em Porto Alegre a 15 de julho de 1982
     Formado em Informática na Urcamp/Alegrete
b. Fernando Macedo Casarini, * em Porto Alegre a 3 de maio de 1989






3. Gelsa Souza Palmeiro


Gelsa Souza Palmeiro
 *  em Itaqui a 9 de julho de ....,  + em Porto Alegre em 1991/1992
X em ... com o dr. Eduardo Sarmento Leite da Fonseca Filho,+ em Porto Alegre em 1972

Médico, filho do famoso dr. Eduardo Sarmento Leite da Fonseca e de Adelaide Ernestina Sarmento Leite Era neto paterno de José Leite da Fonseca (+ 1898) e de Maria Eduarda Clementina Sarmento (1828-1891); era neto materno de Joaquim Alves Leite e de Eleonor Sarmento (irmã da citada Maria Eduarda Sarmento); era bisneto paterno e materno do Luiz Guedes Ferreira de Morais Sarmento, pai tanto de Maria Eduarda como de Leonor.

Sobre o dr. Eduardo Sarmento Leite de Fonseca fala a Enciclopédia Wikipedia (acessada dia 7.12.2010): Eduardo Sarmento Leite da Fonseca (* Porto Alegre, 7 de abril de 1868 — + Porto Alegre, 24 de abril de 1935) foi um conceituado médico do Rio Grande do Sul.
Descendente duma nobre família portuguesa: os Morais Sarmento e pertencente a uma tradicional família do Rio Grande do Sul: os Sarmento Leite.
Formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1890, Sarmento Leite foi um dos fundadores, juntamente com o Dr. Protásio Alves, da Faculdade de Medicina de Porto Alegre (atual Faculdade de Medicina da UFRGS). Foi professor catedrático da mesma instituição e exerceu o cargo de vice-diretor por dois períodos: de 1907 a 1909, e de 1910 a 1911. Tornou-se diretor em 1915, permanecendo no cargo até o dia 21 de janeiro de 1935 (durante 30 anos). Segundo o médico Rubens Maciel, Sarmento Leite "viveu ensinando e ensinou vivendo".
 Também foi diretor do Hospital da Beneficência Portuguesa de Porto Alegre de 1895 a 1899. Atuou como conselheiro municipal no período de 1924 a 1928, para o qual foi eleito pelo Partido Republicano Riograndense.
O "professor dos médicos como era chamado", foi um ícone da medicina brasileira e era admirado por vários médicos e governantes no século XX, admiração que se perpetua nos atuais médicos, estudantes de medicina e governantes gaúchos.
Tiveram 3 filhos:
     1) Leonor Palmeiro Sarmento Leite (cf. adiante, 1)
2) Balbina Palmeiro Sarmento Leite (cf. adiante, 2)
3) Clóvis Palmeiro Sarmento Leite (cf.  adiante, 3)


1) Leonor Sarmento Leite

Leonor Sarmento Leite
* .....
X  com Leo Nunes Dias Barcellos, + c. 1992
Era o dono da Administradora Barcellos, em Porto Alegre. Primo irmão de Ney Nunes Dias, casado com Heloisa Helena Gudolle Palmeiro (cf. abaixo, II.2.11.2.)
Filhos:
    (1)  Sérgio Sarmento Leite Barcellos (cf. adiante, (1)
    (2)  Fernando Sarmento Leite Barcellos (cf. adiante, (2)

(1)   Sérgio Sarmento Leite Barcellos


Sérgio Sarmento Leite Barcellos
*
Comandante da VARIG (aposentado)
X  (1) Myriam Haenfel (divórcio)
X civil (2) Fernanda Pedrosa
Filhos:
a) do 1º casamento:

A. Patricia Haenfel Barcellos
B. Cristian Haenfel Barcellos
C. Joana Canceia Haenfel Barcellos

do 2º casamento:
     D. Letícia Pedrosa Barcellos

(2) Fernando Sarmento Leite Barcellos

Fernando Sarmento Leite Barcellos
Diretor proprietário da Administradora Barcellos

X  (1) Regina Calleya (divórcio)
X  (2) X  civil Rosangela Elisabeth Muller
Dois filhos do 2º matrimônio

Balbina Palmeiro Sarmento Leite
X  com o Dr. Paulo do Couto e Silva
O dr. Paulo do Couto e Silva é filho do dr. Waldemar do Couto e Silva, advogado, e irmão dos drs. Clóvis do Couto e Silva (+ 1992) e Almiro do Couto e Silva, todos eles conceituados advogados em Porto Alegre, sendo que o dr. Clóvis foi diretor da Faculdade de Direito da UFRGS.






Prédios do Cine Guarany e da Farmácia Carvalho. No andar de cima ficava a sede do Escritório Couto e Silva nas décadas de 50 e 60


Vista da Praça da Alfândega em Porto Alegre nos anos 50, aparecendo os Cinemas Guarany e Imperial (as duas fotos estão no blog “Almiro do Couto e Silva Advogados”



(1) Flávio Sarmento Leite do Couto e Silva (cf. adiante, (1)
(2) Cláudio Sarmento Leite do Couto e Silva (cf. adiante, (2)
(3) Vera Lúcia Sarmento Leite do Couto e Silva (cf. adiante, (3)
(4) Marcelo Sarmento Leite do Couto e Silva (cf. adiante, (4)
(5) Beatriz Sarmento Leite do Couto e Silva (cf. adiante, (5)
(6) Lúcia Sarmento Leite do Couto e Silva (cf. adiante, (6)

(1) Dr. Flávio Sarmento Leite do Couto e Silva

Dr. Flávio Sarmento Leite do Couto e Silva
* em Porto Alegre ...
     X  com Regina Py Velloso (divórcio)

      Filho: Dr. Thiago Py Velloso do Couto e Silva
      Advogado.

(2) Cláudio Sarmento Leite do Couto e Silva

Cláudio Sarmento Leite do Couto e Silva
     *  em Porto Alegre a 22 de junho de 1954
     Artista (pintor) em Brasília
X  com Maria Elvira...
Filho: Randas Sarmento Leite do Couto e Silva

(3) Vera Lúcia Sarmento Leite do Couto e Silva

      Vera Lúcia Sarmento Leite do Couto e Silva
  * em Porto Alegre
X  com André Freitas


(4) Dr. Marcelo Sarmento Leite do Couto e Silva
     
      Dr. Marcelo Sarmento Leite do Couto e Silva
      *  em Porto Alegre
      Advogado.
      X com ...

(5) Dra. Beatriz Sarmento Leite do Couto e Silva

    Dra. Beatriz Sarmento Leite do Couto e Silva
*  em Porto Alegre
Procuradora do Estado do Rio de Janeiro.
     X  com Marco Antonio Fitchner.


(6) Lúcia Sarmento Leite do Couto e Silva

Lúcia Sarmento Leite do Couto e Silva
 * em Porto Alegre
 X ?

3) Clóvis Palmeiro Sarmento Leite

Clóvis Palmeiro Sarmento Leite
* c. 1933, + em Porto Alegre em 2008
X com Celita Cabral (divórcio)
3 filhos:
(1) Vivien Cabral Sarmento Leite (cf. adiante, (1)
(2) Clovis Eduardo Cabral Sarmento Leite (cf. adiante, (2)
(3)  Silvana Sarmento Leite (cf. adiante, (3)

(1) Vivien Cabral Sarmento Leite

Vivien Cabral Sarmento Leite
Relações públicas no Rio de Janeiro.
X ...


(2)  Clovis Eduardo Cabral Sarmento Leite

Clóvis Eduardo Cabral Sarmento Leite
Engenheiro, trabalhando com informática. Reside nos Estados Unidos.
X com Ana Luiza Almeida Ferraz

(2) Dra. Silvana Sarmento Leite

Dra. Silvana Cabral Sarmento Leite
     Formada em Medicina pela Faculdade de Medicina da UFRGS em     1984, fez Mestrado no Japão e reside na Austrália.
X ....., médico.






4. General Manoel Luiz de Souza Palmeiro
General Manoel Luiz de Souza Palmeiro
+ em 1969, solteiro.

5.    Ary de Souza Palmeiro
Ari de Souza Palmeiro
* em Itaqui, + em Porto Alegre em 1965
Funcionário do Ministério da Fazenda, Delegacia do Imposto de Renda.
X (1) com Alice Barros (divórcio)

Filha de Salatiel de Barros, grande empresário (proprietário das Casas Dico).
X (2) civ. ...
Filhos:
a)     do 1º casamento:
(1) Maria Alice Barros Palmeiro (cf. adiante, (1)
b) do 2º casamento:
(2) Modesto Palmeiro
(3) Bayard Palmeiro
(4) Victor Palmeiro
(5) ..
(6) ...

(1) Maria Alice Barros Pimentel
Psicóloga em Brasilia
X
6. General Alcy Souza Palmeiro
General Alcy Souza Palmeiro
* em Itaqui..., + em Porto Alegre a 22 de dezembro de 1996

      Militar, chegou a general de divisão, indo para a reserva. Foi
      comandante do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR)
      de Porto Alegre. Tinha a Escola Superior de Guerra.

      X com Sara ...
      Filhos:
      (1) Beatriz Palmeiro
      (2) ...

(1) Beatriz Palmeiro

      Beatriz Palmeiro
      X com .... Ritter, dono dos Hotéis Ritter
      Filhos:
      A. ....
      Mora na Austrália

      B. Guilherme
7.    Gracco de Souza Palmeiro

Gracco de Souza Palmeiro
* em Itaqui,  + em Porto Alegre a 12 de julho de 1986

Foi Inspetor de Produção da Inspetoria Estadual de Promoção de Seguros Privados da ARE. Posteriormente foi diretor da Aços Finos Piratini.

X ... com sua prima Daisy Silva Escobar, + 2011, filha do Dr. Leônidas Escobar (cf. II.2.5.2.3.)
Filhas:
(1) Patrícia Escobar Palmeiro (cf. adiante, (1)
(2) Vânia Escobar Palmeiro (cf. adiante, (2)

(2) Patrícia Escobar Palmeiro

      Patrícia Escobar Palmeiro
      *.....
      Mora em Livramento
      X ....

(3) Vânia Escobar Palmeiro

     Vânia Escobar Palmeiro
      *
      Funcionária da Caixa Econômica Federal em Porto Alegre
      X com José Antonio Brasil, funcionário da Caixa Econômica Federal
      em Porto Alegre.
      Filhas:
      A. Dra. Bárbara Palmeiro Brasil
      B.... (outra filha)
    

7.    Maria de Lourdes Souza Palmeiro

      Maria de Lourdes Souza Palmeiro
       * em Itaqui a 9 de setembro de 1915, + em Porto Alegre a 5 de junho
        de 1981
       X em Porto Alegre a 31 de julho de 1939 com o Dr. Raul Silva
       Gudolle, * em Itaqui a 20 de abril de 1914, + em Porto Alegre a 2 de    
       Outubro de 1999
       Filho de Deuclydes Pereira Gudolle (Dico) (1888-1971) e de Duartina
       Monteiro da Silva (1890-1969). Era sobrinho de Deolmira Pereira
       Gudolle, casada com Parmênio Lara Palmeiro (cf. II.2.11., onde
       publicamos alguns dados sobre a família Gudolle).
      
       Conceituado advogado em Porto Alegre e político, integrante do
       PSD-Partido Social Democrático,  tendo sido deputado estadual
       (1954-1958). Uma rua em Porto Alegre leva seu nome.
       Filhos:
       (1) Deuclides Palmeiro Gudolle (cf. adiante, (1)
       (2) Balbina Palmeiro Gudolle (cf. adiante, (2)
       (3) Raul Gudolle Filho (cf. adiante, (3)
       (4) Manuel Luiz Palmeiro Gudolle (cf. adiante, (4)
       (5) José Antonio Palmeiro Gudolle (cf. adiante, (5)

(1)  Prof. Deuclides Palmeiro Gudolle

       Prof. Deuclides Palmeiro Gudolle
       * em Porto Alegre a 12 de junho de 1944

       Economista pela UFRGS, tendo o Mestrado pela mesma
       Universidade. Curso de Administração de Empresas pela
       Mesma UFRGS. Professor de Economia e Estatística na
       UFRGS (aposentado). Foi auditor e superintendente do Tribunal
       de Contas do Estado.Foi presidente do Jockey Club do Rio Grande
       do Sul (2006-2009)
       X em Bogotá, Colômbia, a 12 de março de 1971 com Maria Lúcia
       Dias Nogueira, * em Porto Alegre a 21 de outubro de 1948.

       Filha de Pérsio Nogueira Filho e de Sylvia Gonçalves Dias, neta
       Materna de Joaquim Lopes Dias, empresário, dono da fábrica do
       Café Carioca e da Jolodi, empresa de peças para automóveis.

       Bibliotecária, trabalhou no Instituto de Educação.

       Filhos:
A.    Débora Nogueira Gudolle (cf. adiante, A.)
B.    Marcelo Nogueira Gudolle (cf. adiante, B.)
C.    Bárbara Nogueira Gudolle (cf. adiante, C.)

A.   Débora Nogueira Gudolle

Débora Nogueira Gudolle
* em Porto Alegre a 2 de maio de 1972
Analista judiciário do Tribunal Regional Eleitoral.
# 2009 com o Dr. Silvio Tadeu de Ávila, * em Vacaria a 28 de outubro de 1960
Juiz de Direito em Porto Alegre.
Filho: Gabriel Gudolle de Ávila, * em Porto Alegre a 21 de dezembro de  2009.

B.   Marcelo Nogueira Gudolle

Marcelo Nogueira Gudolle
* em Porto Alegre a 3 de julho de 1973
Assessor contador da Procuradoria Geral do Estado.

C.   Bárbara  Nogueira Gudolle

Bárbara Nogueira Gudolle
* em Porto Alegre a 2 de julho de 1976

Analista judiciário  do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul.
# 2002 Dario Silva, * 9 de maio de...
É auditor do Tribunal de Contas do Estado.

(2)  Balbina Palmeiro Gudolle

       Balbina Palmeiro Gudolle
        * em Porto Alegre a 5 de agosto de 1945
        X com Ari Bauermann (divórcio).
        Empresário.
        Filhos:
A.     Carlos Henrique Gudolle Bauermann (cf. adiante, A.)
B.     Luiz Gustavo Gudolle Bauermann (cf. adiante, B.)


A.   Dr. Carlos Henrique Gudolle Bauermann

Dr. Carlos Henrique Gudolle Bauermann
* em Porto Alegre a 16 de julho de 1966
Médico em Tramandaí. Foi Secretário da Saúde do Município de
Tramandaí. Coordenador do SAMU-Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Estado (2011).
X (1) ... (divórcio)
X (2) civ. com Carla ..., bacharel em Jornalismo
Filhos:
a)     do 1º casamento:

a.     Pedro Bauermann
b.     Ana Maria Bauermann

b)     do 2º casamento:
c.     Henrique Bauermann, * em Tramandaí


B.   Luiz Gustavo Gudolle Bauermann

Luiz Gustavo Gudolle Bauermann
* 2 de janeiro de 1968
Administrador de empresas.

(3)  Dr. Raul Gudolle Filho

        Dr. Raul Gudolle Filho
         * em Porto Alegre a 12 de julho de 1949
         Advogado em Porto Alegre.
         X em 1973 com a Dra. Maria  Helena Araújo (divórcio em 1992)
             Advogada.
          # com Maria Carmen da Silva Aprato, * 5 de agosto de 1960
              Professora municipal.
         Filhos:
a)     do 1º casamento:
A.    Alessandra Araújo Gudolle (cf. adiante, A.)
B.    Fernanda Araújo Gudolle (cf. adiante, B.)
C.    Raul Gudolle Neto (cf. adiante, C.)

b)     da 2ª união:
D.    Vilmar Dorneles Aprato Neto, * em Porto Alegre a 31 de outubro de 1996

A. Alessandra Araújo Gudolle

Alessandra Araújo Gudolle
*  12 de julho de 1977
 Jornalista.
# Christian Machado (separaram-se)
 Contador.
 Filhos:
a.     Julia Gudolle Machado, * em Porto Alegre a 2 de abril de 2004
b.     Eduardo Gudolle Machado, * em Porto Alegre a 15 de dezembro de 2007

B.  Fernanda Araújo Gudolle

Fernanda Araújo Gudolle, * 9 de fevereiro de 1979
        Filho: Filipe Gudolle de Almeida, * 11 de setembro de 2001 (no dia 
                  histórico do atentado terrorista contra as Torres Gêmeas em
                  Nova Iorque)

C. Dr. Raul Gudolle Neto

Dr. Raul Gudolle Neto
* em Porto Alegre a 23 de setembro de 1983
Bacharel em Direito (2011)

(4)  Manoel Luiz Palmeiro Gudolle

        Manoel Luiz Palmeiro Gudolle
         * em Porto Alegre a 14 de janeiro de 1951
         Formado em Administração de empresas, exerce a profissão em
         Curitiba
         # Lorene Lopes

(5)  José Antonio Palmeiro Gudolle

            José Antonio Palmeiro Gudolle
           * em Porto Alegre a 29 de novembro de 1952

            Geólogo pela UNISINOS. É técnico do IBAMA no Rio de
             Janeiro.
             # Carla (separaram-se)
             # Claudia
              Filha (da 1ª união): Camila Gudolle

     
7.    Ory de Souza Palmeiro

Ory de Souza Palmeiro
* em Itaqui a 31 de julho de 1916, + em Porto Alegre em 1983

Fazendeiro em Herval (Estância Santa Élgia)
X civ. no Uruguai com Élgia Amaro Leite, * a 10 de julho de 1919

Filhos:
(1)   João Luiz Leite Palmeiro (cf. adiante, (1)
(2)   Antonio Roberto Leite Palmeiro (cf. adiante, (2)



(1)  João Luiz Leite Palmeiro

João Luiz Leite Palmeiro
* 2 de outubro de 1946
Fazendeiro em Herval (Estância Santa Élgia)
X  ... (divórcio)
# Sabrina... (de origem coreana) (separaram-se, ela reside nos Estados Unidos)
# Roberta Lubianca
Filhos
a) da 2ª união:
A.    João

B.    ;;; (menina)

b) da 3ª união:
C.  ....

(2)  Antônio Roberto Leite Palmeiro

Antônio Roberto Leite Palmeiro
* 11 de julho de 1951
Sofreu um grave acidente de carro na estrada em 1971, do qual ficou com seqüelas cerebrais importantes
X com Elisabeth..., a qual era sua enfermeira, + ...
Filhos:
A.    ...., médica
B.    ...., advogada
C.    ....


10. Onfale Rocha Palmeiro

Onfale Rocha Palmeiro
* em Itaqui..., + ...
X Dr. Clovis Rodrigues do Canto, 1916-1967/1968
Foi Juiz de Direito.
Filha: Maria de Lourdes Palmeiro do Canto (cf. abaixo)

Maria de Lourdes Palmeiro do Canto

Maria de Lourdes do Canto,
* 23 de julho de 1948?
         
X com o Dr. Alcides José Zago, *
Conceituado médico cardiologista em Porto Alegre
Filhos:
A.    ...do Canto Zago (cf. adiante, A.)
B.    Filipe do Canto Zago (cf. adiante, B.)

A.   ....do Canto Zago

... do Canto Zago
Médico.
X Débora...
1 filho

B.   Filipe do Canto Zago

Filipe do Canto Zago
Advogado.


11. Fernando Rocha Palmeiro

Fernando Rocha Palmeiro
* em Itaqui a 12 de março de 1929

Contador, foi fiscal do ICM (aposentado). Solteiro.

12. Marisa Rocha Palmeiro

Marisa Rocha Palmeiro
* ... , + 1980
X Cel. Serapião de Azevedo
Militar, chegou a coronel do Exército, quando foi cassado pela Revolução de 1964.
Filhos:
(1) Lourdes Teresinha Palmeiro de Azevedo, +

(2) Luis Acilino Palmeiro de Azevedo

Funcionário da Assembléia Legislativo. Solteiro.

13. Clotilde Rocha Palmeiro

Clotilde Rocha Palmeiro
* em Itaqui a 5 de julho de 1930, + em 2002
X com Gaspar Garibaldi Martins, * 3 de junho de 1915?, + em 1997
Empresário.
Filha: Lourdes Teresinha Palmeiro Martins

Lourdes Teresinha Palmeiro Martins

Lourdes Teresinha Palmeiro Martins
Trabalha em eventos de teatro. É professora de dança.
X ....
2 filhos.







§ 4. Eurico Lara Palmeiro


Dr. Eurico Lara Palmeiro * em Itaqui a 9 de fevereiro de 1875 e + na mesma cidade a 20 de dezembro de 1947.

Era bacharel em Direito. Cônsul do Brasil em Alvear, na Argentina.
Casou em Itaqui com Jenny Loureiro Lopes (Lopes Loureiro?) (Lolila), * em Itaqui a 7 de julho de 1888 e + em Porto Alegre a 9 (ou será 7?) de julho de 1958. Filha de Leopoldino Lopes Loureiro, fazendeiro, e Felicidade Cunha
Dois filhos:


1. Dr. Luiz Lopes Palmeiro


*  em Itaqui a 2 de maio de 1908, + em Porto Alegre a 12 de junho de 1976.
Bacharel em Direito,promotor público em Itaqui, Uruguaiana e Porto Alegre, procurador do Estado, procurador geral do Estado,professor da Faculdade de Direito de Porto Alegre da UFRGS (chefe do Departamento de Ciências Penais). Recebeu do governo italiano a comenda “Stella della Solidarietà Italiana” no grau de comendador, a medalha Osvaldo Vergara e o título de conferencista emérito, conferidos respectivamente pela Ordem e pelo Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul.
X Aracy
Não teve filhos de seu casamento.

O dr. Luiz Lopes Palmeiro teve 3 filhos com ....

1) Profa. Theresa Maria Palmeiro


*  Itaqui a 27 de novembro de 1934, +  em Horizontina a 26 de novembro de 1965
Foi professora e diretora de escola estadual.
Filha: Fátima Regina Palmeiro Diniz
Contabilista


1) Dr. José Frederico de Lara Palmeiro


Cirurgião-dentista.
X  com a dra. Terezinha A. Reuter, filha de Ralph Omar Diederichs Reuter, funcionário público (fiscal do INSS) e de Isis Rodrigues
Cirurgiã-dentista

2 filhas:

(1) Dra. Heloisa Helena Reuter Palmeiro
Médica oncologista.
(2) Dra. Mariana Reuter Palmeiro
Cirurgiã-dentista, doutora.


2) Ana Lúcia de Lara Palmeiro


X .... Souza
3 filhos:

(1) Dr. Carlos Eurico Palmeiro de Souza
Bacharel em Direito

(2) Dr. Luiz Eurico Palmeiro de Souza
Bacharel em Direito

(3) Ana Karina Palmeiro de Souza
Bacharel em Administração de Empresas


2. Heloisa Lopes Palmeiro


*  em Itaqui a 27 de dezembro de 1911, +  no Rio de Janeiro a 6 de novembro de 1999.
X  com o dr. Luiz de Freitas Valle Aranha (Lulu), bacharel em Direito. Era filho do coronel da Guarda Nacional Euclydes Egydio de Souza Aranha e de Luiza Jacques de Freitas Valle, proprietários da estância Alto Uruguai, em Itaqui; neto paterno do ten. Martim Egydio de Souza Aranha (1839-1884) [irmão do marquês de Três Rios, da baronesa de Itapura e da baronesa de Anhaúmas] e de Talvina do Amaral Nogueira (Silva Leme, vol. I, 171); neto materno do cel. Manoel de Freitas Valle, natural de S. Sebastião, em S. Paulo (irmão do barão de Ibirocaí, que foi presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, corretor de fundos, comendador da Ordem da Rosa), e de Luiza Firmina  Jacques; bisneto paterno de Francisco Egydio de Souza Aranha (+ 1860) e de sua esposa e prima irmã Maria Luiza de Souza Aranha, baronesa e depois viscondessa de Campinas (títulos concedidos depois de viúva, sendo o de viscondessa concedido 17 dias antes de sua morte (+ 1879) (Silva Leme, I, 166); bisneto materno de Manoel de Freitas Valle e de Luisa Firmina Jacques.

O dr. Luiz de Freitas Valle Aranha tinha 11 irmãos, entre eles  Oswaldo Aranha (1894-1960), advogado, um dos principais articuladores da Revolução de 1930, prefeito de Alegrete, deputado estadual, deputado federal, secretário do Interior do Rio Grande do Sul, governador do Rio Grande do Sul, ministro da Justiça e da Fazenda (1931), embaixador do Brasil nos Estados Unidos (1933-1937), ministro das Relações Exteriores (a partir de 1938), novamente ministro da Fazenda (1953), etc.
Sem filhos

Sobre Oswaldo Aranha, sua biografia e genealogia, cf. o site Biografias – Vida e Obra:
   http://www..biografia.inf.br/oswaldo-aranha-politico.html (acessado a 10.12.2010). Para a viscondessa de Campinas e sua descendência: Anuário Genealógico Brasileiro, ano 1 (sem data). Para o barão de Ibirocaí: Anuário Genealógico Brasileiro, ano 3 (1941).


§ 5. Zaida Lara Palmeiro


Zaida Lara Palmeiro (Rola) *  em Itaqui a 24 de fevereiro de 1876 e + em Porto Alegre a 13 de agosto de 1960.
X  em Itaqui em... com o dr. Affonso Marques de Escobar, filho de José Pedro Pereira de Escobar (1824-20.2.1897) e de Paulina Marques da Silva (ou Paula Marques?, cf. Anuário Genealógico Brasileiro Ano 3 (1941) 406); neto paterno do coronel Pedro Antonio Pereira de Escobar, barão de São Lucas (*  em S. Borja em 1802, ali +  a 26 de dezembro de 1893; titulo de barão de 24 de agosto de 1889)) e de sua primeira esposa, Maria Tomásia de Toledo da Paixão (+  em S. Borja a 5 de junho de 1842); bisneto paterno de Antônio Pereira de Escobar e de Leocádia Antunes e de Manoel Tomás da Paixão e de Inácia de Toledo.

O site Gaúchos Ilustres (Maragato assessoramento) dedica um verbete ao barão de São Lucas (cf. http://maragatoassessoramento.blogspot.com/2009/09/gauchos-ilustres_14.html). Diz notadamente que ele foi um grande ruralista, proprietário das Fazendas São Domingos, Santa Cecília e São Lucas, no município de São Borja. Fez diversas doações, com fim humantário, em benefício de asilos e hospitais, para os pobres; durante a Guerra do Paraguai prestou assinalados serviços á Pátria, embora já em avançada idade.
- Em campo de prata, cinco escovas de azul, em Santor, com correias vermelhas.
Desde o ano de 1900 a maioria dos membros desta família passou a assinar Escobar, ao invés de Escovar, conforme usaram seus ancestrais. Para a descendência do barão de São Lucas, cf. “Anuário Genealógico Brasileiro”, ano III, 1941, pp 406-408.
O Visconde de Sanches de Baena diz ser esta família originária de Castela (Espanha), daí vir a mudança, por causa do idioma. Alguns membros dessa linhagem espanhola mudaram para Portugal, no tempo do rei Dom Afonso V e no tempo de D. Manoel I passaram à ilha da Madeira e desta, para os Açores, e daí, então, para o Rio Grande do Sul.

São suas armas:

- Timbre: um braço vestido de verde, com uma escova na mão.

O barão de São Lucas casou  a primeira  vez com Maria Tomásia de Almeida Toledo da Paixão, falecida no Rincão da Cruz, município de São Borja, aos 5 de junho de 1842; era única filha de Manoel Tomás Paixão e de Inácia M. de Toledo, que era natural de Cachoeira, alí sendo batizada, filha de Antônio de Almeida Toledo e de Teresa . . .
Casou a segunda vez aos 3 de janeiro de 1880, com Maria Felícia de Oliveira, filha de Ângelo Vieira de Oliveira, falecido em São Borja em 1892, e de Ana Neri de Oliveira.
Teve sete filhos do primeiro casamento e três do segundo.

O dr. Afonso Escobar foi médico benemérito e conselheiro municipal em Itaqui.     

Filhos (do 1º casamento):

(1) Aluisio Palmeiro de Escobar (cf. abaixo, (1))
(2) Leônidas Palmeiro de Escobar (cf. abaixo, (2))
(3) Asdrúbal Palmeiro de Escobar (cf. abaixo, (4))
(4) Ismar Palmeiro de Escobar (cf. abaixo, (5))
(5) Naida Palmeiro de Escobar (cf. abaixo, (5))
(6) Décio Palmeiro de Escobar (cf. abaixo, (6))
(7) Zaíra Palmeiro de Escobar (cf. abaixo, (7) )
(8) Odila Palmeiro de Escobar (cf. abaixo)
(9) José Pedro Escobar (cf. abaixo)
(10) Marina Palmeiro de Escobar (cf. abaixo)


1. Aluisio Palmeiro de Escobar


Dr. Aluisio Palmeiro de Escobar *                           +
Foi prefeito (nomeado) de Canoas, de 3.3.1941 a 15.8.1945. Leva seu nome uma rua na cidade de Campos dos Goytacazes.
X com Olga Abbott, *
Filha de Raul Abbot (1867-1924) e de Rita Pinto.

Raul Abbot teve vários irmãos de destaque:
- Cecília Ophélia Abbott, casada com o dr. João Pereira da Silva Borges Fortes Filho, que recusou o título de barão de Inhatium, sendo os antepassados de vários Borges Fortes notáveis, como o gen. Jonathas Borges Fortes e seu filho, gen. Amyr Borges Fortes, o gen. João Borges Fortes, conhecido historiador – Aída Borges Fortes foi a esposa do historiador Walter Spalding.
- Dr. João Frederico Abbott (1856-1925), deputado a Constituinte, secretário do Interior e diretor da Instrução Pública no Rio Grande do Sul.
- Dr. Fernando Abbott (1857-1924), deputado à Constituinte de 1890, presidente do Rio Grande do Sul em 1891 e 1892-1893, ministro plenipotenciário na Argentina em 1897-1898, combateu como coronel na revolução de 1893-1895, médico e político notável.
- Olympia Sára Abbot, casada com o marechal Henrique Guatimozin Ferreira da Silva.
Olga Abott era neta paterna do dr. Jonathas Abbott Filho (* Salvador da Bahia 1825, + São Gabriel, RS, 1887), fidalgo cavaleiro da Casa Real de Portugal, cavaleiro das Ordens Imperiais de Cristo e da Rosa, médico nas campanhas do Uruguai (1851) e Buenos Aires (1852) e na batalha de Monte Caseros, tendo também assistido ao cerco de Uruguaiana (1865); ele casou  em S. Gabriel, onde se radicou, com  Zeferina Fernandes Barbosa. Era, por sua vez era filho do dr. Jonathas Abbott (* Londres 1796 – 1868), médico, anatomista e literato, o qual veio para o Brasil em 1812, aqui se naturalizando, sendo conselheiro de Estado, médico imperial, cavaleiro da Ordem do Santo Sepulcro e comendador da Ordem de São Silvestre, da Rosa, de Cristo, de São Gregório Magno e de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, de Portugal. Era ele filho de John Abbott, natural da Inglaterra.

Para a genealogia da família Abbott cf.  artigo de Celso Martins Schröeder in Anuário Genealógico Brasileiro, ano II, 1940, pp. 254-258, e a obra do general Borges Fortes, Troncos seculares – O povoamento do Rio Grande do Sul, 2ª edição, Martins Livreiro Editor, Porto Alegre 1998 (infelizmente  não se procurou atualizar a genealogia apresentadaem 1931).

Olga Abott, como dissemos, tinha por mãe Rita Pinto (cf. o trabalho genealógico citado de  Celso Martins Schröeder), chamada de Rita Barreto Bica (Salita) (1857-, na Genealogia Rio-Grandense de  João Pinto da Fonseca Guimarães e Jorge Godofredo Felizardo. Era prima do marido, sendo filha de Sebastião Barreto Pereira Pinto (* 1833) e de Maria Fortunata Bica (1842-1913), sendo esta filha do coronel de milícias Clementino Ferreira Bica e de Eulália Barreto de Vasconcelos. Sebastião Barreto Pereira Pinto, era, por sua vez, filho do coronel Sebastião Barreto Pereira Pinto (Tatão Barreto) (* Rio Pardo 1808, + Porto Alegre 1883) e de Rita Emilia Rodrigues Barboza (1810-1893), filha do cel. José Rodrigues Barboza e de Zeferina Joaquina Boleno. O cel. Sebastião Barreto Pereira Pinto era irmão mais moço de Francisco Barreto Pereira Pinto, casado com Mariana Carolina da Fontoura Palmeiro, de quem falaremos adiante, filha do cel. João José Palmeiro. O cel. Sebastião Barreto Pereira Pinto era filho do marechal de campo Sebastião Barreto Pereira Pinto (três gerações com o mesmo nome!)(1780-1841), fidalgo cavaleiro e comendador  da Ordem de São Bento de Aviz, oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro e de Matilde Clara de Oliveira Bandeira (1787-1877), filha do capitão Felisberto  Pinto Bandeira e de Ana Clara do Espírito Santo, e neta do cel. Francisco Pinto Bandeira e de Clara Maria de Oliveira. O marechal Sebastião Barreto Pereira Pinto era filho do sargento mor Francisco Barreto Pereira Pinto (1758-1804) e de Eulália Joaquina de Oliveira, filha do capitão Manoel Pereira Roriz e de Brígida Antonia de Oliveira. Enfim, o sargento mor Francisco Barreto Pereira Pinto era o nono  dos 15 filhos do coronel de cavalaria auxiliar Francisco Barreto Pereira Pinto (* Portugal c. 1708, +  Viamão 1775) e de Francisca Veloza da Fontoura, filha mais velha de João Carneiro da Fontoura, origem da família Fontoura no Rio Grande do Sul e portanto tia de Maria Josefa, esposa do cel. João José Palmeiro.

Filho de Aluisio Palmeiro Escobar e Olga Abbott:
Dr. Raul Abbot Escobar
*Itaqui 1919, + Campos dos Goytacazes 1979

A propósito de Raul Abbot Escobar, escreve Nylson Macedo no blog da Loja Maçônica Progresso, de Campos dos Goytacazes:

“Oriundo de Itaqui no Rio Grande do Sul e formado em direito, veio para Campos em 1937 como Inspetor Federal de Ensino, atuando no Liceu de Humanidades de Campos. Na área de educação foi ele ainda professor da Academia de Comércio de Campos e Diretor do então tradicional Colégio São Salvador.

Sua atuação política incluiu sua eleição como Deputado Estadual Constituinte em 1945, Secretário de Agricultura, e Chefe de Gabinete da Prefeitura de Campos. Foi o primeiro tabelião do cartório do 13º Ofício, cargo que desempenhou por longos anos.
Dedicado às causas do esporte local, foi presidente do Futurista Futebol Clube e da Liga Campista de Desportos. No final da década de 60 inspirou a criação do Clube dos 50 criou o troféu Pelicano de Ouro, com o qual eram homenageados os beneméritos da comunidade.
      
Orador dos mais inspirados que a Loja Maçônica Progresso já teve, era dotado de uma invejável presença de espírito e de uma sempre bem humorada participação em qualquer roda de conversas, já que era um colecionador de fatos pitorescos de Campos.
      
Foi venerável nos períodos 1956-1958, 1959-1960 e 1961-1963, tendo sido em sua gestão feita a obra de acréscimo de 3º pavimento ao prédio da Loja.”

Uma rua da cidade de Campos dos Goytacazes tem seu nome.

Cf. blog da Loja Maçônica Progresso, de Campos dos Goytacazes
http://www.arlsprogresso204.com.br/BiografiasTexto.asp?Id=13 acessado a 14.12.2010

Filha?: Olga ...

X ...., funcionário da Caixa Econômica. Tem 3 filhos. Residem em Campos, RJ.



2. Dr. Leônidas Palmeiro Escobar


O dr. Leônidas Palmeiro de Escobar
* Itaqui  4 de outubro de 1894, + Porto Alegre 4 de agosto (ou set.) 1956
Médico, um dos pioneiros da Psiquiatria no Rio Grande do Sul. Cf. site do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul: A História do Sindicalismo Médico no Rio Grande do Sul:
http://www.muhm.org.br/sindicalismo/?formulario=ospresidentes&metodo=4&id=0

Diplomou-se em Medicina pela Faculdade de Porto Alegre em 1919. Publicou trabalhos sobre “nevrose lipóidica” e sobre casos de “encefalite epidêmica”, em 1922. Obteve em concurso a docência livre da cátedra de clínica médica da Faculdade de Medicina da capital. Foi médico do Hospital São Pedro durante a década de 1940 (e diretor do Hospital em 1955). Foi presidente do Sindicato Médico entre 1939 e 1942.

 X Zaida Silva
* 6 de janeiro de 1896, + Porto Alegre 28 de dezembro de 1980

Filhos:
 
1) Luiz Silva de Escobar (cf. adiante, 1) )
2) Zilá Silva de Escobar (cf. adiante, 2) )
3) Cleonice Silva de Escobar (cf. adiante, 3) )
4) Daisy Silva de Escobar (cf. adiante, 4) )
5) Edda Silva de Escobar (cf. adiante, 5) )


1) Dr. Luiz Silva de Escobar

Dr. Luiz Silva de Escobar
* em Porto Alegre a 20 de junho de 1920, e aí + a 31 de outubro de 2008

Médico, clínico cardiologista. Herdou da tia paterna, Neith, viúva de Orivaldo Lara Palmeiro, a estância São João, em Maçambará, antes município de Itaqui, qual vem do bisavô Amâncio Machado Palmeiro (referida propriedade rural foi por ele arrendada).

X em 1945 com Lygia Tostes, * em Porto Alegre a 2 de março de 1926 e ali + a 11 de outubro de 2004
Filha de Miguel Ângelo Viana Tostes (* em Taquari,1897), o qual foi um destacado político, tendo ocupado o cargo de Secretário de Justiça do Rio Grande do Sul (a este título foi governador interinamente, substituindo o gen. Oswaldo Cordeiro de Farias, cuja gestão foi de 1938 a 1943) e de Yolanda La Porta Baldino (* 1901); neta paterna  de Manuel Orfelino Tostes e Maria Constança Cailar Barreto Viana (* em São Borja, 1871), sendo esta filha de Miguel Arcanjo Barreto Viana e Constança Júlia Cailar; neta materna de Francisco Baldino, de ascendência italiana, concessionário por muitos anos da Loteria Federal, sendo proprietário das conhecidas Casas Baldino, em Porto Alegre; bisneta paterna de Manuel Joaquim Tostes (* em Cananéia, SP) e de Antônia Gonçalves Meireles (* em Encruzilhada do Sul, 1821). O pai de Manuel Joaquim Tostes  tinha o mesmo nome do filho, e sua mãe era Bernardina Ribeiro de Macedo.
É conhecida a ascendência de Antônia Gonçalves Meireles:
Filha de Manuel Gonçalves de Jesus Meireles (* Triunfo), o qual X na mesma cidade em 1812 com Tomásia de Jesus, filha de Inácio Xavier de Ávila e Inocência Maria de Camargo.
Neta de Plácido Gonçalves de Magalhães (batizado em 1762), o qual X em Triunfo em 1778 com Antônia Maria de Jesus (batizada em 1763), filha de Domingos Francisco e Maria das Candeias.
Bisneta de Bartolomeu Gonçalves de Magalhães (batizado em 1768) casado com Brígida Antonia, filha de José Mendes Carneiro e Joana da Silva.
Trineta de Bartolomeu Gonçaves de Magalhães (* em Santo Estevão, Chaves, Portugal), o qual casou em Triunfo em 1769 com Francisca Teresa de Jesus (* em Mogi das Cruzes, SP, + em Triunfo 1779), filha de Luis Garambeú Martins e Maria da s Neves.
Tetraneta de Bartolomeu Gonçalves e Maria de Magalhães
Cf. os sites genealógicos Mundia by ancestry.com


e sobretudo o site Mitoblogos:
Filhos:
(1) Sérgio Tostes de Escobar (cf. abaixo, (1) )
(2) Márcia Tostes de Escobar (cf. abaixo, (2) )


(1) Sérgio Tostes de Escobar

Sérgio Tostes de Escobar
* em Porto Alegre a 1º de março de 1947

Securitário, bancário (aposentado), comerciante, produtor rural (herdou do pai a estância São João)

X em Porto Alegre a 26 de junho de 1970 com Mariza Paz Guaspari, * em Porto Alegre a 21 de janeiro de 1947
Filha do comendador Álvaro Guaspari e de Edda Diprimio Paz. Álvaro Humberto David Giovanni Guaspari, foi um conceituado comerciante em Porto Alegre (ramo do vestuário), de família italiana que veio para o Brasil (Porto Alegre) em 1896. Todos os Guaspari atuais no Brasil descendem de um dos seis filhos de David Guaspari (1847-1930) e Elvira Micheli (1859-1936), que residiam em Borgo a Mozzano, província de Lucca, antigo grão-ducado de Toscana. Mariza Paz Guaspari é irmã de Marco Aurélio Paz Guaspari, que casou com a irmã de Sérgio, Márcia Tostes de Escobar, citada abaixo (II.2.5.2.1.2.)
Filhos:
A. Daniella Guaspari de Escobar (cf. adiante, A.)
B. Adriana Guaspari de Escobar (cf. adiante, B.)


A. Daniella Guaspari de Escobar

Daniela Guaspari de Escobar
* em Porto Alegre a 29 de novembro de 1972
Bacharel em Turismo, comerciante em Porto Alegre.

X ... (divorciaram-se)


B. Dra. Adriana Guaspari de Escobar

Dra. Adriana Guaspari de Escobar
* em Porto Alegre a 3 de abril de 1974

Advogada. Assessora jurídica do Ministério Público do Rio Grande do Sul.

X em 2008 com o Dr. Nelson Sturmhuebel, * em Porto Alegre...
Advogado.

Filho: Enzo de Escobar Sturmhuebel
* em Porto Alegre a 5 de maio de 2011


(2) Maria Tostes de Escobar

Márcia Tostes de Escobar
* em Porto Alegre a 22 de julho de 1950

É formada em Comunicação Social. Ocupa o cargo de gerente de jornalismo da TV Educativa, em Porto Alegre.

X em Porto Alegre em 1968 com o Dr. Marco Aurélio Paz Guaspari (divorciaram-se)
Ele é irmão de Mariza Paz Guaspari, casada com Sérgio Tostes de Escobar (cf. acima, II.2.5.2.1.1.).
Advogado.
Filhos:

A. Alessandra de Escobar Guaspari (cf. adiante, A.)
B. Guilherme de Escobar Guaspari (cf. adiante, B.)


A. Alessandra de Escobar Guaspari

Alessandra de Escobar Guaspari
* em Porto Alegre em 1970

Tem o curso de Administração de Empresa e trabalha na área.


B. Dr. Guilherme de Escobar Guaspari

Dr. Guilherme de Escobar Guaspari
* em Porto Alegre a 2 de fevereiro de 1974/75

Advogado. Procurador do Estado

X em Porto Alegre com Júlia ...., economista
Filhos:
a. Pedro Luiz Guaspari
b. Miguel Guaspari


2) Zilá Silva de Escobar

Zilá Silva de Escobar
+ em Porto Alegre a 30 de novembro de 2002/2003

X    com José Theodoro de Souza Lobo, + ....

Neto do Prof. José Teodoro de Sousa Lobo ( Porto Alegre, 7 de janeiro de 1846 — Porto Alegre, 9 de agosto de 1913) que foi um  renomado educador, engenheiro.Fez seus primeiros estudos no Colégio Caraça em Minas Gerais, iniciando sua carreira de educador, enquanto ainda seminarista. Depois formou-se engenheiro geógrafo pela Escola Central no Rio de Janeiro.De volta à cidade natal, foi aprovado em concurso para professor de matemática na Escola Normal de Porto Alegre, em 1873. Fundou em 1877 o Colégio Souza Lobo, pelo qual passaram diversas personalidades gaúchas: Júlio Prates de Castilhos, Borges de Medeiros, Protásio Antônio Alves, Germano Hasslocher, Dioclécio Pereira, Sebastião Leão, Assis Brasil, João de Barros Cassal, entre outros. Após a extinção da Escola Normal foi nomeado inspetor de ensino. Foi autor de diversos livros didáticos, entre eles Primeira e Segunda Arithmetica. É patrono de uma das cadeiras da Academia Riograndense de Letras. Fonte de referência: PORTO-ALEGRE, Achylles. Homens Illustres do Rio Grande do Sul. Livraria Selbach, Porto Alegre, 1917
Cf. Wikipédia, a enciclopédia livre
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Teodoro_de_Sousa_Lobo, acessada a 20.12.2010.

Filha: Elisabeth de Souza Lobo
* Porto Alegre 30 de agosto de 1943, + acidente de automóvel São Paulo 1991

Em 1965 graduou-se em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Viveu em Porto Alegre até 1967, quando, pela sua militância política marxista, teve que exilar-se com o marido. Em 1979 concluiu seus estudos de pós-graduação na Universidade de Paris e no ano 1984 seu pós-doutorado no CNRS. Como docente, trabalhou na Universidade de Santiago do Chile, em 1973, e em 1978, na Universidade de Paris VIII. De volta ao Brasil, entre 1981 e 1990, trabalhou na UNIMEP, na UNESP-Marília e na UNICAMP. Em 1989, lecionou na Universidade de Québec, Canadá. Um fundo (no Arquivo Edgard Leuenroth) reúne documentos relativos às atividades docentes e de pesquisa de Elisabeth, ligadas aos temas do trabalho feminino e relações de gênero, documentos administrativos relacionados a suas atividades docentes. O período da documentação é de 1967 a 1991. Outros documentos sobre movimentos de mulheres, feminismo e relações de gênero, estão no AEL: Coleção Movimentos Sociais Recentes, Fundo Eloísa Prestes, Fundo Coletivo Feminista de Campinas e o acervo bibliográfico e de periódicos
Cf. site do Arquivo Edgard  Leuenroth do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP http://segall.ifch.unicamp.br/site_ael/index.php?option=com_content&view=article&id=124&Itemid=90   acessado a 15.12.2010.

Foi uma das fundadoras do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, uma organização não governamental, que atua na promoção da saúde e dos direitos sexuais e reprodutivos, através do atendimento direto, da pesquisa, da capacitação de recursos humanos, da articulação política e do desenvolvimento de políticas públicas na área de saúde da mulher.
                      



                                                                          
Resenha do livro acima:

“A classe operária tem dois sexos, o masculino e o feminino, e não apenas um, como parece sugerir os estudos clássicos e o discurso sindical dominante. Esse é o ponto de partida de uma reflexão apaixonada e invulgar sobre as relações entre gênero e classe social, gênero e ação política. Frutos de mais de uma década de pesquisa universitária e militância política, os ensaios reunidos neste livro são o retrato de uma intelectual de rara coragem e inteligência, sintonizada com as grandes questões teóricas e, ao mesmo tempo, aberta às múltiplas experiências de trabalhadores e trabalhadoras brasileiras.''
Recebeu o nome de Elisabeth Sousa Lobo Garcia um Centro de Educação Infantil (CEI) na Av. Mendonça e Vasconcelos, na Vila Ester, São Paulo, SP.

X civilmente Marco Aurélio Garcia

Marco Aurélio Garcia (Rio Grande do Sul, * c. 1941) é um político brasileiro filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). É professor licenciado do Departamento de História da Unicamp, homem de esquerda, ocupa durante todo o governo do presidente Lula da Silva o cargo de assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais.

É formado em Filosofia e Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É professor licenciado no Departamento de História da Unicamp. Nos anos 60 foi vice-presidente da UNE e vereador na cidade de Porto Alegre.

Entre 1970 e 1979 esteve exilado no Chile e na França. Após a anistia, voltou para o Brasil e foi, com sua esposa, um dos que colaboraram na fundação do Partido dos Trabalhadores e, em 1990, na condição de Secretário de Relações Internacionais do PT, um dos organizadores e fundadores do Foro de São Paulo, para reunir todos os grupos de esquerda da América Latina e do Caribe. Foi Secretário de Cultura nos municípios de Campinas e São Paulo.

Filho: Dr. Leon de Souza Lobo Garcia
* Chile 1972 ?
É médico psiquiatra em S. Paulo.
Duas uniões
X Daniela Pinto
Geóloga. Filha do jornalista Tão Gomes Pinto.

Tão Gomes Pinto (nascido em São Paulo) é um jornalista e escritor. Sua carreira como jornalista começou nas páginas esportivas do jornal Última Hora, de onde seguiu para o Notícias Populares e para a Edição de Esportes, projeto do Grupo Estado que culminaria em 1966 com o Jornal da Tarde, de que foi um dos fundadores.Teve também passagens pelas revistas Veja, IstoÉ e Manchete. Foi ainda assessor do ex-governador de São Paulo Franco Montoro e do ex-prefeito de Campinas Jacó Bittar.
Cf. Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A3o_Gomes_Pinto (acessado o verbete a 17.12.2010).

Filho: Benjamin
* 2007


 
(3 ) Cleonice Silva de Escobar

Cleonice Silva de Escobar
+ em Porto Alegre em 199..

X em Porto Alegre com Carlos Eugênio Carneiro da Fontoura (divorciaram-se)

Produtor rural (Cabanha Santa Helena)

Filho do Dr. Oscar Carneiro da Fontoura e de Alice Machado. Neto do cel.
Alexandre Carneiro da Fontoura (1828-1908) e de sua segunda esposa Francisca Formoso. Bisneto de Francisco Antonio Carneiro da Fontoura (+ 1798) e de Fausta Velosa da Fontoura (+ 1890), filha de José Antonio da Silveira Casado e de Maria Eulália Velosa da Fontoura. O bisavô Francisco Antonio Carneiro da Fontoura, era o 11º dos 15 filhos do cel. Alexandre de Souza Pereira da Fontoura (1751-1815), o filho mais moço de João Carneiro da Fontoura, iniciador da família no Rio Grande do Sul. O cel. Alexandre era tio de Maria Josefa da Fontoura, esposa do cel. João José Palmeiro.

O Dr. Oscar Carneiro da Fontoura (1900-1977), pai de Carlos Eugênio, foi um ilustre político gaúcho. Natural de Dom Pedrito, formou-se em Medicina. Foi prefeito de sua terra natal, deputado estadual, deputado federal, secretário de Estado da Fazenda, secretário de Estado do Interior e Justiça, presidente do PSD-Partido Social Democrático, constituinte e líder de seu partido. Assumiu a Secretaria da Fazenda do Estado no Governo do General Daltro Filho, em 1937, continuando à frente daquela pasta nas gestões de Cordeiro de Farias, Cilon Rosa, Ernesto Dornelles e até o início do Governo Walter Jobim, em 1947. Presidiu a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (FARSUL), foi diretor da Caixa Econômica Federal, assessor da Caixa Econômica Estadual e colaborador direto, além de amigo pessoal do Governador Ildo Meneghetti. Foi, enfim, pecuarista em Dom Pedrito.

Filhos:

A. Nelson de Escobar Fontoura (cf. adiante, A.)
B. Helena de Escobar Fontoura (cf. adiante, B.)
C. Maria Teresa de Escobar Fontoura (cf. adiante, C.)

A. Nelson de Escobar Fontoura

Nelson de Escobar Fontoura
X com Tânia Borges (divorciaram-se)
Filhos:
(a) Eduarda Borges Fontoura
(b) Laura Borges Fontoura

B. Helena de Escobar Fontoura

Helena de Escobar Fontoura
X com Jorge Kessler (divorciaram-se)
Economista. Os Kessler constituem uma família de importantes empresários. Até 1990 eram donos do City Hotel, em Porto Alegre.

Filhos:
(a) Alexandre Fontoura Kessler (cf. adiante, (a) )
(b) André Fontoura Kessler (cf. adiante, (b) )

(a) Alexandre Fontoura Kessler

Alexandre Fontoura Kessler
Diplomata
Solteiro (2011)

(b) André Fontoura Kessler

André Fontoura Kessler
Empresário. Reside em Porto Alegre com a família
X com Juliana ...
Filha: Olvia Kessler


C. Maria Teresa de Escobar Fontoura

Maria Teresa de Escobar Fontoura
X com Paulo Garagory
Veterinário. Fazendeiro em Santana do Livramento
Filhos:

(a) Filipe Fontoura Garagory (cf. adiante, (a) )
(b) ...

(a) Filipe Fontoura Garagory


(a) Filipe Fontoura Garagory
Comandante da aviação civil. Reside em São Paulo com a família
X Silvia ...
Filho: Davi Garagory



(4) Daisi
X seu primo Graccho Palmeiro (cf. abaixo)

(5) Eda
X seu primo José Otavio Bertaso (cf. abaixo)


3. General Asdrúbal Palmeiro de Escobar


General Asdrúbal Palmeiro de Escobar
 X  Francisca MacedoFilhos:
Filha de Alfredo Leal de Macedo, fazendeiro no município de Lavras, e de sua primeira esposa, Noemia de Faria. Neta paterna de Antônio Leal de Macedo e de Amália Riopardense de Macedo. Bisneta paterno de Francisco Pereira de Macedo, barão (1872) e depois (1885) visconde de Serro Formoso (* Rio Pardo 1806, + 1888) e de Francisca Joaquina de Sampaio (filha de Francisco José de Sampaio, nascido em São Miguel Açores, e de Ursula Maria das Dores). Trineta do capitão-mór Manoel de Macedo Brum (* Ilha do Pico 1760, + Porto Alegre 1816) e de Ana Maria da Assunção (filha de Ricardo Albernaz, * Ilha do Faial 1734, + Rio Pardo, 1799). Tetraneta de Manoel de Macedo Madruga, um dos fundadores da cidade do Rio Pardo (* Ilha do Pico, +Porto Alegre 1812) e de Maria de Brum (nascida na mesma ilha) (cf. Anuário Genealógico Brasileiro, ano III, 1941, 438ss).

a. Cláudio de Macedo Escobar
b. Décio de Macedo Escobar
c. César de Macedo Escobar


4. General Ismar Palmeiro de Escobar


General Ismar Palmeiro de Escobar
X   Gemina Travassos Alves
Filhos
a. Bruno
b.Cláudio
c.Zaida


5. Nahyda Palmeiro de Escobar


Nahyda Palmeiro de Escobar
* Itaqui 3 de junho de 1902, + Rio de Janeiro 17 de março de 1992
general Pery Constant Bevilacqua
* Rio de Janeiro 9 de junho de 1899, + Rio de Janeiro 27 de abril de 1990

Filho de José Bevilacqua e de Alcida Constant. Era neto materno de Benjamin Constant Botelho de Magalhães, militar, organizador do golpe que instaurou a república, ministro da Guerra do Governo Provisório (1889-1891) e pioneiro na divulgação do Positivismo no Brasil.

______

NOTAS
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“Benjamin Constant Botelho de Magalhães. Benjamin Constant, como ficaria conhecido, nasceu em 1837 e fez carreira no Exército brasileiro, tendo alcançado a patente de tenente-coronel, mas chegaria a general“por aclamação” nos primeiros dias da República. Lecionou matemática em várias instituições, como o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, a Escola Normal, a Escola Politécnica, a Escola Militar e a Escola Superior de Guerra, todos no Rio de Janeiro. Adepto do positivismo, que supunha ser a República a mais avançada forma de organização política, foi um dos primeiros e mais importantes divulgadores da doutrina no país, transmitindo-a à juventude militar que passava por suas aulas. Essa interação entre professor e alunos contribuiu decisivamente para que a “mocidade militar” — para usar uma expressão da época — se tornasse republicana.1 Benjamin esteve na linha de frente da conspiração que resultou no golpe militar que depôs a Monarquia em 15 de novembro de 1889. Em seguida, integrou o primeiro governo republicano, nos cargos de segundo vice-presidente e ministro da Guerra e da Instrução Pública, Correios e Telégrafos. Morreu em 22 de janeiro de 1891, um mês antes da promulgação da primeira Constituição republicana, vindo a ser declarado “Fundador da República” pelos constituintes então reunidos.

Transcremos o verbete que lhe consagra a Wikipedia, a enciclopédia livre
http://pt.wikipedia.org/wiki/Peri_Constant_Bevilacqua (acessada a 19.12.2010)

Quanto ao gen. Pery Constant Bevilcqua, foi graduado pela Escola Militar do Realengo em 1919, cursou sucessivamente a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (1925) e a Escola de Estado-Maior do Exército (1926-1929). Foi oficial-de-gabinete da Junta Governativa Provisória, que dirigiu o país entre a deposição do presidente Washington Luís e a assunção de Getúlio Vargas ao poder após a vitória da Revolução de 1930 (entre 24 de outubro e 3 de novembro do referido ano). Após a decretação do Estado Novo foi oficial-de-gabinete do Ministro da Guerra Eurico Gaspar Dutra (1938-1940) e defendeu nosso litoral durante a Segunda Guerra Mundial. Comandante do Grupamento de Oeste da Artilharia de Costa da 1ª Região Militar no Rio de Janeiro (1948-1952) cursou a Escola Superior de Guerra em 1956 e após cinco anos recebeu o comando da 3ª Divisão de Infantaria, em Santa Maria e nesse mesmo ano foi favorável à posse de João Goulart na Presidência da República depois de contornado o veto das Forças Armadas.

Derrotado na eleição para a presidência do Clube Militar em 1962, foi nomeado comandante do II Exército naquele mesmo ano, mas seus choques com o movimento sindicalista causaram sua remoção para a chefia do Estado-Maior das Forças Armadas, cargo que conservou mesmo com a deposição do presidente em 31 de março de 1964 (chefiou a EMFA de 10 de dezembro de 1963 até 15 de fevereiro de 1965).Nomeado ministro do Superior Tribunal Militar em 1965 criticou a forma como os inquéritos policias-militares vinham sendo aplicados e isso valeu sua cassação em janeiro de 1969 com base no Ato Institucional Número Cinco. Filiou-se ao MDB em maio daquele ano e em 1978 lançou o Comitê Brasileiro pela Anistia embora não o tenha integrado. Anistiado pelo presidente João Figueiredo em agosto de 1979, foi aposentado como ministro do Superior Tribunal Militar ao final de 1980.

O site “Observatório da Imprensa” (acessado a 19.12.2010) http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=269ASP003dá também as seguintes informações complementares sobre sua vida:
“No último ano do segundo governo Vargas (1951-1954), já general-de-brigada, foi um dos 30 generais que exigiram a renúncia do presidente pelo atentado praticado contra Carlos Lacerda, dizendo que esse seria ‘o melhor caminho para tranqüilizar o povo e manter unidas as Forças Armadas, processando-se a sua substituição de acordo com os preceitos constitucionais’.

Quando da renúncia de Jânio Quadros, Bevilaqua comandava a 3ª Divisão de Infantaria em Santa Maria (RS), e foi um dos poucos a opôr-se ao veto à posse de João Goulart, defendendo a obediência à Constituição. Sua postura teria sido fundamental para garantir a posse de Jango.

Outra importante faceta do comportamento de Bevilaqua, a de nacionalista, ficou patente em 1962, quando, comandante da 3ª Região Militar em Porto Alegre, escreveu uma carta ao governador Brizola apoiando a encampação da Companhia Telefônica, de uma empresa norte-americana. Publicada nos jornais, a carta custou a ele uma prisão domiciliar de dois dias. No mesmo ano, ‘já identificado como um expressivo líder legalista-nacionalista’, segundo Renato Lemos, disputou a presidência do Clube Militar contra adversários liberais e foi derrotado em pleito em que houve suspeitas de fraude.”
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=269ASP003http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=269ASP003

Tiveram 5 filhos:
engenheiro Affonso de Escobar Bevilacqua, responsável pela montagem da estrutura metálica do edifício Avenida Central, um dos primeiros edificios altos com estrutura metálica do país,

Afonso Sant´Anna Bevilaqua
Afonso Bevilaqua, gaúcho de Porto Alegre, é doutor em economia pela Universidade da Califórnia, Berkeley (EUA) e professor do curso de pós-graduação do Departamento de Economia da PUC-RJ, lecionando Economia Internacional, Econometria e Macroeconomia Foi economista do Fundo Monetário Internacional (FMI) e nos últimos anos tem trabalhado como consultor do Banco Mundial (BIRD), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), e instituições financeiras públicas e privadas.
diretor de Política Econômica do Banco Central de 2003 a 2007


6. Marechal Décio Palmeiro de Escobar


Marechal Décio Palmeiro de Escobar
* Itaqui 1902, + Rio de Janeiro 1983
Desempenhou importantes encargos no Exército, chegando a Chefe do Estado Maior em 1964. Ocupou interinamente o cargo de Ministro da Guerra (neste posto foi, p.ex., um dos assinantes do Ato Institucional nº 3, de 5 de fevereiro de 1966.Deu todo o apoio à Revolução de 1964, tendo assinado manifesto a 31 de março de 1964,junto com os generais Castelo Branco e Costa e Silva, conclamando todos os militares das diversas forças a se unirem na luta contra o governo João Goulart. Como general de exército foi para a reserva na condição de marechal.






Diva Braga Noronha.
Filhas:

a. Déa de Escobar
* Porto Alegre

Dedicada à literatura e à música. Publicou o livro “Inexplicações” (edição da autora, 200.), reunindo várias de suas poesias. Na orelha desta obra escreve: “Déa herdou (do pai) o gosto pela literatura. Bem cedo introduziu-se às obras de Monteiro Lobato, de que Déa muito gostava, excitando-lhe a imaginação fértil; e já no colégio escrevia romances bastante apreciados pelas colegas. Da mãe, pianista emérita, medalha de ouro, trouxe o amor pela música. Dona de voz extensa, Déa cantou óperas no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, deu recitais dentro e fora do Brasil, tendo iniciado a carreira lírica na temporada oficial do teatro Francisco Nunes, em Belo Horizonte. Séria enfermidade pôs-lhe fim aos sonhos de cantora. Retornou, então, à literatura. Rescreveu um romance sobre a favela do Pinto, que conhecia profundamente, morada do Leblon desde 1942, além de Autos de Natal, peças teatrais e poesia... (Mas) não perdeu o contato com a música lírica e, atualmente, a par de escrever, dedica-se a ensinar a arte do canto lírico.

X Edison Paiva
 2 Filhos e 4 netos

b. Doris de Escobar
X José Augusto Massena Reis

Filho de Leibing Reis e de Maria Autrun Massena; neto materno de Estevão Massena e de  Marianna Monteiro Autran (* Salvador, BA 1885); por esta última, é bisneto do engenheiro  Manuel Severiano Monteiro Autran (+ 1885) e de Maria Autran da Matta e Albuquerque; é trineto de Pedro Autran da Matta e Albuquerque Junior (* Recife 1829 + Rio de Janeiro 1886) e de sua segunda esposa Mariana Augusta Monteiro; é tataraneto do conselheiro Pedro Autran da Matta e Albuquerque (* Salvador 1805 + Rio de Janeiro 1881), Doutor em Direito pela Universidade de Aix, na França, diretor da Faculdade de Direito de Olinda,  onde lecionou por 40 anos, recebeu de D. Pedro II o título de conselheiro (tem seu nome –conselheiro Autran – uma rua no Rio  de Janeiro), sendo casado em segundas núpcias com Francisca de Amorim Filgueiras; é enfim quinto neto de Pierre Autran (* Cannes 1784), o qual veio para o Brasil após a Revolução Francesa, fixando-se na Bahia, foi professor de francês e depois negociante de vinhos – adotou o sobrenome de sua primeira esposa, Gertrudes Maria da Matta e Albuquerque (casamento em Salvador em 1804).
Para a genealogia da família Autran, cf. o site:

http://familytreemaker.genealogy.com/users/p/o/r/Sergio-R-Porto-Rio-de-Janeiro/FILE/0004text.txt

[Falando na família Autran, logo vem ao pensamento o conhecido ator Paulo Autran: sim, ele é da mesma família, mas é parente longe de José Augusto Massena Reis]

Oficial de Marinha

 c. Vera Lúcia
 X Anísio Chaves


7. Zaíra Palmeiro de Escobar


Zaira Palmeiro de Escobar
dr. Luiz Pereira Lima, médico.
Filhos:
1) Dr. Jorge Escobar Pereira Lima (cf. adiante)
2) Maria Luiza Pereira Lima (cf. adiante)


1) Dr. Jorge Escobar Pereira Lima


Dr. Jorge Escobar Pereira Lima
* Pelotas 13 de maio de 1927, + Porto Alegre 29 de abril de 2003

Foi conceituado médico em Porto Alegre. Transcrevemos seus dados biográficos conforme aparecem no site da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina – cf. http://www.academiademedicinars.com.br/curriculo-detalhe.php?idcurriculo=28, acessado a 18.12.2010.

Em 1941, quando cursava o quinto ano ginasial, foi obrigado a alterar o seu ano de nascimento sob pena de ter anulado todo o seu curso secundário. Desde então, em toda a sua documentação, o seu ano de nascimento passou a ser 1925. Fez o curso ginasial em Pelotas, no Ginásio Pelotense. Tendo sido o primeiro aluno da turma nos três últimos anos (medalha de ouro concedida pela Loja Maçônica), representou o seu Ginásio no concurso sobre Duque de Caxias, em 1941. Como primeiro colocado, recebeu a medalha de ouro da Liga de Defesa Nacional, patrocinadora do referido concurso.

Em 1942 e 43, cursou o Pré-Médico, no Colégio Julio de Castilhos, tendo ingressado na então Faculdade de Medicina de Porto Alegre, em 1944. Colou grau em 1949, tendo recebido a medalha de ouro, prêmio Raul Leite, como primeiro aluno da turma.

Em 1950, a convite do professor Rubens Maciel, passou a lecionar, como assistente voluntário, na cadeira de Clínica Propedêutica Médica. Em 1952, transferiu-se para a cadeira de Terapêutica Clínica, sob a direção do professor Eduardo Faraco. Neste mesmo ano de 1952 recebeu o prêmio Mariano da Rocha, medalha de ouro, concedido pela Sociedade de Medicina de Santa Maria, ao melhor trabalho inédito realizado no Rio Grande do Sul e apresentado àquela sociedade.

Em 1955 fez concurso para Livre-Docência de Terapêutica Clínica, tendo lecionado na Enfermaria 38 da Santa Casa de Misericórdia até 1981, quando então se aposentou por tempo de serviço.

Regeu a disciplina de Terapêutica Clínica durante o afastamento do professor Eduardo Faraco para o exercício do cargo de reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, de 1968 a 1972.

Em 1963 assume a condição de Professor Titular de Gastroenterologia da então Faculdade Católica de Medicina, hoje Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre, criando e organizando a Enfermaria 42 da Santa Casa que mais tarde veio a ser reconhecida como Centro de Excelência para o desenvolvimento da Gastroenterologia.

Foi membro fundador da Sociedade de Gastroenterologia do Rio Grande do Sul da qual foi secretário em 1958 e seu presidente em 1959 e em 1966. Foi presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia em 1966-67. Membro titular da Sociedade Brasileira de Hepatologia da qual foi 2º vice-presidente no biênio 74-75, secretário geral em 76-77 e presidente no biênio 80-81. Membro da equipe “Abstractors” da Revista Gastroenterology de 1958 a 1965 e da “Clinic Alert” de 1962 a 1966.

Foi-lhe agraciado o diploma de honra ao Mérito pelo Departamento Universitário da Associação Odontológica do Rio Grande do Sul em 1961 e sócio de honra do Departamento Universitário desta mesma associação. É membro correspondente da Sociedade de Gastroenterologia e Nutrição de São Paulo (1961) e da de Buenos Aires (1963). Sócio benemérito do Centro Acadêmico de Santa Maria e membro titular da Associação Internacional para o Estudo do Fígado e da Sociedade Latino-americana de Hepatologia.

Foi considerado “Visitante de Honra” da Faculdade de Medicina da cidade de Rosário, Argentina e “Huespede Distinguido” da cidade de Rosário. É membro titular da Associação Interamericana de Gastroenterologia e Membro Fundador da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina.

Vice-diretor da Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre durante os anos de 87-88 e seu diretor no quatriênio 88-92.
Foi homenageado pelos doutorandos da Faculdade de Medicina [da Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1959, 60 e 61; pelos doutorandos da então Faculdade Católica de Medicina em 66 e seu paraninfo em 1968; homenageado de honra pelos odontolandos da PUC em 1959 e homenageado pelos odontolandos da PUC em 1960 e 63.

Pronunciou a aula inaugural dos cursos da Faculdade de Odontologia da PUC em 1962; da Faculdade Católica de Medicina em 1968, do curso de graduação em Gastroenterologia do Departamento de Clínica Médica do Setor de Ciências da Saúde, da Universidade Federal do Paraná em 1981; do curso de Medicina do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade de Caxias do Sul em 1987; do curso de Pós-Graduação em Psiquiatria da FFFCM de Porto Alegre em 1990 e da Pós-Graduação em Farmacologia da mesma Faculdade em 1991.

Recebeu a medalha de prêmio pela contribuição à Medicina Brasileira pelo Instituto Coppelman, Rio de Janeiro em 1966. Foi-lhe prestada homenagem especial por ocasião do XXXIII Congresso Brasileiro de Gastroenterologia e IX Congresso Brasileiro de Endoscopia Digestiva, como reconhecimento pelas relevantes contribuições prestadas à Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva. Em 1980 o jornal Diário da Manhã, de Pelotas, homenageou-lhe conferindo-lhe o diploma Destaque da Zona Sul “pelas relevantes atividades que enaltecem Pelotas e a Zona Sul”.

Estagiou em Nova Iorque durante dois anos, de junho de 56 a março de 58, primeiro na Universidade da Cornell (Hospital Bellevue, Hospital New York) e durante um ano no [Hospital Mount Sinai. Em 1964 estagiou no Hospital Saint Antoine, Paris, no Serviço do professor J. Caroli, quando teve oportunidade de freqüentar o curso de Patologia Digestiva Superior no Collège de France. Em 1983-84 voltou ao Hospital Mount Sinai onde, sob a orientação de Fenton Shaffner, freqüentou durante três meses o Serviço de Patologia Hepática. Freqüentou o V Hepatic Up Date Metting – Royal Free Hospital, Londres, Serviço da professora Sheila Sherlock, em 1978. Freqüentou também o curso de Pós-Graduação em Gastroenterologia, dirigido por Henry Bockus, em Filadélfia, dezembro de 1957, sob o patrocínio do American College of Physicians.

Foi agraciado com a medalha de honra ao mérito por ocasião do Sesquicentenário da Santa Casa pelos serviços prestados a esta instituição. Recebeu medalha da FFFCM por ocasião do seu 25º ano de funcionamento.

Colaborou com 24 capítulos em diversos livros de Gastroenterologia, tendo publicado 155 trabalhos em diversas revistas nacionais e estrangeiras.

Organizou 22 cursos de Gastroenterologia e participou de 93 cursos incluindo Brasil, Argentina, Paraguai e Estados Unidos.

Fez mais de 100 conferências e foi relator oficial de jornadas e congressos 45 vezes.

Aposentou-se em 1994, (continuando a lecionar no curso de Pós-Graduação de Hepatologia da FFFCM de Porto Alegre).





X civil Suely Maraninchi


Filhos:

(1) Dr. Luiz Maraninchi Pereira Lima
Médico, professor titular de Cirurgia
X Dra. Eliane Figueras
Advogada
Filha: Professora Maria Otilia Figueras Pereira Lima
(2) Dr. Júlio Carlos Maraninchi Pereira Lima
Médico, professor adjunto de Gastroenterologia
X Dra. Julia Semmelmann
Médica, professora adjunta de Endocrinologia


2) Maria Luiza Pereira Lima

*
    X  Desembargador Silvino Joaquim Lopes Neto
       
Graduado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faculdade de Direito de Pelotas), 1957; graduado em Filosofia pela Universidade Católica de Pelotas, 1959; livre docente em Filosofia do Direito e Doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio Grando do Sul, 1963; diretor do Instituto de Sociologia e Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1970-1974; diretor da Faculdade de Direito de Pelotas da universidade Federal de Pelotas, 1975-1979; desembargador do Tribunal de Justiça, 1981-1988; advogado. Foi secretário geral do Ensino Superior do Ministério da Educação, 1990.

Filho: (1) Dr. César Pereira Lima Lopes
*
Graduado em Direito pela  Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; pós-graduado em Direito Romano e Direito da Integração Latino-Americana na PUC/RS; Mestre em Direito Processual Civil pela PUC/RS; professor de Direito Constitucional e de Direito Processual Civilda PUC/RS; professor da Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul; professor de Direito Processual Civil do EAD – Ensino à Distância – na Pós-Graduação da PUC/RS; professor de Teoria Geral do Direito na Pós-Graduação de Fundamentos na Saúde Mental e Lei da Fundação Faculdade de Ciências Médicas do Rio Grande do Sul.

(2) Dr. Luis Pereira Lima Lopes
 *
Médico cirurgião.


8. Odila Palmeiro de Escobar


Odila Palmeiro de Escobar
* Itaqui 4 de outubro de 1905, + Porto Alegre
X  Porto Alegre, 27 de março de 1944 com o prof.  Eugênio Oscar de Brito * Estrela 13 de setembro de 1901, + Porto Alegre (ele casou em primeiras núpcias em Alegrete, a 6 de junho de 1928 com Judith Carus, * Alegrete, + Porto Alegre a 25 de maio de 1932, filha de Alfredo e de Clara Carus, não havendo descendência deste matrimônio).

Eugenio Oscar de Brito era filho de Francisco Ferreira de Brito (* Rio Pardo, + a 29 de novembro de 1910 com 49 anos) e de Maria Engrácia Barcelos Cardoso, natural de Soledade; era neto paterno de Joaquim José de Brito, coronel da Guarda Nacional e de Domiciana Ferreira de Castro; bisneto paterno do capitão Sebastião José de Brito, natural de Vila de Mourão, arcebispado de Évora, Portugal, e de Ana Alexandrina de Seixas, natural de Porto Alegre. Domiciana Ferreira de Castro, por sua vez, era filha de Francisco Ferreira dos Santos (Neto), cognominado Chico Mineiro (* em Congonhas do Campo c. 1800 - + São Sepé, Rio Grande do Sul, 18 de julho de 1855) e de Maria Francisca Ferreira Neves (Chiquinha)(*Rio Pardo 15 de agosto de 1804, + na mesma cidade, a 1º de novembro de 1874). Francisco Ferreira dos Santos casou a 23 de novembro de 1826 com Maria Francisca Ferreira Neves. Esta era filha do sargento mor Jose Joaquim de Figueiredo Neves, natural do Arraial de Santo Antonio da Casa Branca, comarca de Vila Rica, bispado de Mariana, Minas Gerais e de  Francisca Ermelinda de Andrade, natural de Rio Pardo. Francisco Ferreira do Santos, por sua vez, era filho  de Domiciano Ferreira de Sá e Castro (* Sumidouro, 22 de fevereiro de 1762) e neto do dr. Francisco Ferreira dos Santos (natural de São Paulo) e Helena Maria de Castro. Domiciano casou em 1799 com Maria do Carmo Monteiro de Barros, oitava filha do guarda mor Manuel José Monteiro de Barros e de Maria Eufrásia da Cunha Matos.  Eugenio Oscar de Brito tem, pois, o sangue dos Monteiro de Barros, tradicional família, de destaque desde o tempo do Império, com grandes propriedades rurais, etc.

Eugenio Oscar de Brito foi engenheiro civil e professor da Escola de Engenharia da  UFRGS, diretor do Observatório Astronômico da mesma Escola. Foi autor de um livro muito difundido no meio estudantil: “Dicionário de Matemática”.

Para a sua genealogia: Frederico de Barros Brotero, “A família Monteiro de Barros” (1951) e o trabalho inédito, “Os Figueiredo de Minas Gerais no Rio Grande do Sul”, de Jorge Godofredo Felizardo e Paulo Xavier.
Cf. também o site:
http://fammonteirodebarros.com.sapo.pt/genea%20tituloVIII.pdf, assessado a 22.12;2010

Filhas:

(1) Maria Odila Escobar de Brito
* Porto Alegre 7 de março de 1946
Funcionária do Superior Tribunal Militar (aposentou-se em 2005)

(2) Lúcia Helena Escobar de Brito
* Porto Alegre 20 de janeiro de 1948
Advogada em Porto Alegre.


9. José Pedro Palmeiro de Escobar


José Pedro Palmeiro de Escobar
* Itaqui, 27 de dezembro de 1906, +
Engenheiro
X Porto Alegre 18 de novembro de 1935 Ione Melo Ribeiro
* Porto Alegre 10 de outubro de 1915
filha de Raul Saint-Martin Ribeiro (* Alegrete 1876 – Porto Alegre c. 1928) e de Antonieta Pereira (+ Porto Alegre c. 1916), neta paterna de Adriano Nunes Ribeiro, engenheiro, jornalista, político, professor  (* Alegrete 1851 – Porto Alegre 1913) e de Celestine Blanche Saint-Martin (* Niterói 1856 – Porto Alegre 1905), esta última filha de Jean Saint-Martin e Rose Desirée.
Cf. site com a descendência de Adriano Nunes Ribeiro
http://familytreemaker.genealogy.com/users/p/o/r/Sergio-R-Porto-Rio-de-Janeiro/GENE8-0001.html  (acessado a 18.12.2010)

Filhos:

1) Dora Ribeiro Escobar
2) Afonso Ribeiro de Escobar
3) Fernando Ribeiro de Escobar
4)
        

1) Dora (Dorita)  Ribeiro Escobar


Dora (Dorita) Ribeiro Escobar
* Rio de Janeiro 30 de julho de 1939

X Dr. Carlos Pires do Rio
Advogado. Irmão do embaixador Paulo Pires do Rio.
Filhos:
(1) Cristina Escobar Pires do Rio
* Rio de Janeiro 10 de setembro de 1960
(1) Carlos Escobar Pires do Rio
* Rio de Janeiro 28 ou 29 de agosto de 1962
X Rio de Janeiro 19 ou 20 de setembro de 1989? Maria Cecília Figueira de Melo
* Rio de Janeiro


2) Afonso Ribeiro de  Escobar


Afonso Ribeiro de Escobar
* Rio de Janeiro  22 de junho de 1941
Engenheiro
X Rio de Janeiro Cristina do Brasil Salgado * Rio de Janeiro


3) Fernando Ribeiro de Escobar


Fernando Ribeiro de Escobar
* Porto Alegre 15 de fevereiro de 1944
X Maria Lydia Buarque Cruz Lima
* Rio de Janeiro 17 de março de 1944
filha do dr. Carlos da Cruz Lima (* Belém do Pará 1902, + ....), médico, e de Lídia Cândida Buarque de Almeida (* Rio de Janeiro 1908 - + ....); neta paterna de Eládio de Amorim Lima (das famílias Amorim e Loyo, de Pernambuco) e de Lucinda Cruz; neta materna de Mario de Castro de Almeida (1879-Rio de Janeiro 1936) e de sua esposa e prima Maria do Carmo Buarque de Macedo (1884-1935); bisneta materna de Daniel de Oliveira Barros e de Lídia de Oliveira e Castro; bisneta materna igualmente de Manoel Buarque de Macedo (1863-Rio de Janeiro 1926), engenheiro civil, industrial, banqueiro, o qual era neto do conselheiro Manoel Buarque de Macedo (Recife 1837- S. João del Rei 1881), três vezes deputado à Assembléia Geral por Pernambuco, ministro e secretário de Estado da Agricultura, Comércio e Obras Públicas (1880-1881), conselheiro do Imperador, comendador da Ordem da Rosa, etc.
Irmã mais velha de Maria Lídia: Lúcia Cruz Lima (* 1931), que teve um relacionamento nos anos 1970 com Nelson Rodrigues (1912-1980), famoso escritor, dramaturgo, teatrólogo e jornalista, considerado o mais importante autor do teatro brasileiro contemporâneo.
cf. genealogia na obra de Bartolomeu Buarque de Holanda, “Buarque, uma família brasileira – ensaio histórico-genealógico”, Casa da Palavra, Rio de Janeiro 2007.

Filhos:

(1) José Pedro Cruz Lima Escobar
* Rio de Janeiro 24 de dezembro de 1972

(2) Fernando Cruz Lima Escobar
* Rio de Janeiro 26 de dezembro de 1975
X Petrópolis a 19 de maio de 2007 com Débora Egídio de Oliveira
Filha de Carlos Roberto Egídio de Oliveira e Enilda Leonardo ...


10. Marina Palmeiro de Escobar


Marina Palmeiro de Escobar
X Graciliano  Santos * 12 de agosto de 1896, + 3 de janeiro de 1981 ?
Fazendeiro em São Borja

Filhos:
1) Alfredo Augusto
    X
2) Afonso
     X
3) Odila (Dilinha)
    X (1) ...
    X (2) Dr. .... (+)
4) Zaida
    X .... (Alemão)
5) Helena (Lelena)
6) Laís
    X  Prof. Luis Carlos Maciel, que foi professor do Instituto de Belas Artes da UFRGS


§ 6. Antonieta Lara Palmeiro


Antonieta Lara Palmeiro
* Itaqui março de 1879, + São Paulo
X Tito Corrêa Lopes
+ Rio de Janeiro 1932
Engenheiro civil. Foi intendente municipal em Itaqui no início do séc. XX.
Qual o seu parentesco com Paulo Corrêa Lopes, também ele de Itaqui (1898-1957), notável poeta e contista gaúcho (mãe: Mara Dolores)?

Tiveram 12 filhos:
1. Iracema Palmeiro Lopes (cf. adiante, 1.)
2. Celso +
3. Plínio +
4. Antonia Palmeiro Lopes (cf. adiante, 2)
5. Aécio Palmeiro Lopes (cf. adiante, 3)
6. Heloisa Palmeiro Lopes (cf. adiante, 4)
7. César +
8. Luiz Palmeiro Lopes (cf. adiante, 5)
9. Zaida (cf. adiante, 6)
10. Cloé
11. Clotilde +
12. Tito Bruno


1. Iracema Palmeiro Lopes


Iracema Palmeiro Lopes
* Itaqui, 8 de fevereiro de 1900, + São Paulo, SP
X Rio Grande 26 de outubro de 1922
Guilherme Paulo Schell Felizardo,
* Porto Alegre 23 de outubro e 1896, + São Paulo, SP
Filho do eng. Joaquim José Felizardo Junior (1870-1906) [engenheiro civil pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro, foi chefe de Seção da Diretoria de Obras Públicas do Rio Grande do Sul, fundador da Propaganda Positivista no Estado]   e de Ana Cristina Barcellos Schell(* Porto Alegre 1870, + Porto Alegre 1905); neto paterno de Joaquim José Felizardo (1839-1899), comerciante e de Ermelinda Augusta Ferreira de Almeida (* Porto Alegre, 1848), da ilustre família Ferreira d´Almeida [cf. Jorge Godofredo Felizardo, A família Ferreira d´Almeida – Portugal – Brasil, in Revista Genealógica Brasileira, ano III, 1º semestre de 1942, nº 5, pp 469-482] ; neto materno de Guilherme Schell (* Cachoeira do Sul 1835, + Porto Alegre 1892), major da Guarda Nacional, comerciante em Porto Alegre, diretor da Caixa Econômica de Porto Alegre) e de Rafaela Eulália Barcellos, esta filha do dr. Israel Rodrigos Barcellos e de Maria Josepha da Silva Freire e neta do brigadeiro Rafael Pinto Bandeira (1740-1795); enfim, bisneto materno de Johann Adam Schell, tronco de quatro das mais antigas famílias de Passo Fundo (Schell, Araújo, Loureiro e Morsch), * Bosen, grão-ducado de Oldenburgo, na Alemanha, a 24 de junho de 1809, + Passo Fundo 1878, tendo vindo para o Brasil (São Leopoldo) em 1825, casando em 1830 com Anna Chrisina Hein.

Para a genealogia da família Schell, cf. o blog do Dr. Jabs Paim Bandeira (acessado a 26 de dezembro de 2010):
http://jabspaimbandeira.blogspot.com/2010_06_01_archive.html

Nos valemos também do citado trabalho de Jorge Godofredo Felizardo sobre a família Ferreira d´Almeida, estando Paulo Felizardo citado na p. 478.

Guilherme Paulo Schell Felizardo era irmão de Jorge Godofredo Schell Felizardo (1901-1966), engenheiro agrônomo e conhecido genealogista gaúcho, autor, junto com João Pinto da Fonseca Guimarães da obra “Genealogia Rio-Grandense”, vol. I, Carneiro da Fontoura (Livraria do Globo, 1937), que é o trabalho genealógico básico para a família Palmeiro.

Engenheiro eletricista mecânico, construtor e instalador de obras sanitárias em várias cidades do Rio Grande do Sul. Irá depois residir em São Paulo.

Filhos:

1) Joaquim Tito Lopes Felizardo
* Rio Grande 28 de agosto de 1923

2) Heloisa Gladis Lopes Felizardo
* Porto Alegre 10 de novembro de 1926


2. Antonia Palmeiro Lopes


Antonia (Antonieta) Palmeiro Lopes
• Itaqui, + São Paulo, SP

X Rio Grande com Edmundo Costa

Filhos:
1) Carmen
2) Dr. César Tácito Lopes Costa
Jornalista e advogado. Trabalhou no “O Estado de S. Paulo”, tendo sido diretor administrativo deste jornal.É do Conselho de Curadores do Centro Universitário da  FEI-Fundação Educacional Inaciana Pe. Sabóia de Medeiros. Membro extranumerário  do Opus Dei. Ministro extraordinário da comunhão eucarística.
X Maria

3) Cloé (gêmea da seguinte)
4) Circe +
5) Paulo +


3. Aécio Palmeiro Lopes


Engenheiro  civil
X Vanda Viana, filha do dr. Bulcão Viana, médico
Será este?

______

NOTAS
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Antônio Vicente Bulcão Viana (São Francisco do Conde, 11 de janeiro de 1875 — Florianópolis, 25 de março de 1940) foi um militar e político. Filho de Francisco Vicente Viana e de Luísa Flora de Araújo de Aragão Bulcão Viana.Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Bahia, em 1897.Foi médico adjunto do Exército Brasileiro em Santa Catarina. Pertenceu ao corpo clínico do Hospital Militar de Florianópolis, de 1905 até falecer. Foi deputado à Assembleia Legislativa de Santa Catarina na 11ª legislatura (1922 — 1924), na 12ª legislatura (1925 — 1927), e na 13ª legislatura (1928 — 1930). Assumiu o governo do estado na administração de Hercílio Luz, de 20 de novembro de 1925 a 28 de setembro de 1926. No governo de Adolfo Konder assumiu novamente o governo do estado, de 26 de março a 28 de setembro de 1930.Inaugurou a ponte Hercílio Luz, em 13 de maio de 1926


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